Leia também...

Leia também...
Homo Sapiens x Homo Cyber

Leia também...

Leia também...
O Humor nos Tempos do Cólera

Leia também...

Leia também...
Os 10 Mandamentos da Vida Virtual

Leia também...

Leia também...
Santos Reis

O Mal do Brasil é o Próprio Brasileiro

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Se tem uma coisa que essa olímpiada no Brasil deixou de legado, foi talvez a capacidade do brasileiro de superar as adversidades. Munidos do nosso tradicional “complexo de vira latas”, fizemos todo tipo de piada relacionada à olímpiada. Debochamos da nossa própria capacidade de fazer algo realmente bom e deitamos de falação já prevendo o vexame histórico que o evento seria.

 

complexo-vira-latas-e1431632935648

 

É fato, não somos nem um pouco ufanistas. Aliás, muito pelo contrário, gostamos muito de falar das mazelas da nossa cidade, do nosso estado, do nosso país, do que exaltar aquilo que é bom.

 

Somos, talvez, o povo mais crítico em relação ao próprio país. A gente sempre gosta de enxergar as coisas pelo lado negativo, como se a desgraça fosse um prazer incontrolável para o brasileiro.

 

Mesmo assim, voltando ao assunto das Olimpíadas, mostramos ao mundo que somos capazes de fazer bem feito quando queremos. A abertura estonteante, combinado com o transcorrer dos jogos, sem muitos contratempos, foram uma resposta a todos aqueles que apostavam que o negócio ia dar zika.

 

Não deu, muito antes pelo contrário, fizemos bonito e fomos elogiados pelo mundo inteiro. Ainda que a promoção de eventos dessa magnitude (Copa do Mundo e Olimpíada) passem longe de nossas prioridades, é inegável que passamos bem por essas provas de fogo, mesmo com o pessimismo patente.

 

Talvez a maior lição a ser aprendida é em relação à nossa capacidade. Mostramos que quando queremos sabemos fazer de um limão uma limonada.  Mostramos que além do carnaval e da violência desmedida que reflete nossa imagem pelo mundo. Somos um povo hospitaleiro, festeiro, e, sobretudo, trabalhador.

 

Mostramos que o país não é exatamente como muitos pintam lá fora. Que temos nossos problemas, é claro, mas que temos muito mais qualidades do que defeitos.

 

Que essa experiência sirva de lição para que nós possamos usar essa mesma sabedoria e inteligência para sermos dignos de aplausos também na educação, na saúde, da segurança pública, numa democracia amadurecida. Afinal, já mostramos que quando queremos nós somos capazes de qualquer coisa. Então não custa sonhar.

 

Está mais do que na hora de abandonarmos o maldito “complexo de vira latas” e passarmos a ser mais patriotas. Se queremos deixar um país melhor para nossos filhos e netos, precisamos começar agora. Que essa capacidade de mudar as circunstâncias e surpreender o mundo seja a ponte que nos levará para um futuro melhor.

 

Antes que eu me esqueça, nunca é demais lembrar que o maior vexame dessa Olimpíada, ao contrário do que se esperava, foi propiciado pelos nadadores da terra do Tio Sam. Que tiveram boa educação porque estudaram em boas escolas. Aqueles mesmos que vivem na maior economia do mundo, num país de primeiro mundo.

 

Isso também serve de lição, para aprendermos que gente idiota tem em todo lugar. Inclusive naqueles lugares onde as pessoas se acham melhores do que todo o mundo.

 

Sobre o Autor:
José Márcio
José Márcio - Editor Chefe dos Invicioneiros, leitor voraz e aprendiz de escritor.Tem opinião e assume os riscos Saudosista dos anos 80. E palpiteiro inveterado. Me Circule no Google+.

Com Uma Pequena Ajuda de Meus Amigos

terça-feira, 23 de agosto de 2016

 

 

 

Hoje não se pode mais fazer o carro pegar no tranco!” - Esta é a recomendação dos mecânicos diante do surgimento dos carros com injeção eletrônica.

 

Até então, quando o carro cismava em não funcionar - e aparentemente não havia outro problema mais grave - recorria-se ao artifício de empurrar o veículo até funcionar. Ou seja, até o motor “pegar no tranco”…

 

dedinhos-felizes1

 

Lembro que quando era mais jovem e só andava a pé ou de busão, uma das coisas que gostava de fazer era dar uma de bom samaritano e socorrer os motoristas nessas situações de emergência. Eram duas, três pessoas empurrando o carro até ele pegar o embalo. Quando enfim o veículo “pegava no tranco”, a gente vibrava como se fosse o gol do nosso time de coração. O irônico é que a tecnologia está nos privando desse prazeroso ato de solidariedade!

 

Aristóteles, filósofo grego, pregava que “o homem é um animal social”. O poeta inglês John Donne declamou que “ninguém é uma ilha”. Na esteira de tais pensamentos, entendo que somos as partículas de um todo, do qual denominamos de “comunidade”.

 

Ajudar-nos mutuamente, evitar-se-á que a civilização entre em colapso e não vá terminar com um futuro sombrio, frio e arenoso como o de “Mad Max”. A amizade e a fraternidade mantêm o ambiente mais harmonioso e frutífero para a paz universal.

 

Podemos até ser bem-aventurados pelo talento e esforço próprios. Mas de uma maneira ou de outra, acredito que pessoas são anjos e, anonimamente, surgem do nada para nos salvar nos momentos mais adversos. Afinal, quem aí nunca foi ajudado por alguém que jamais tenha visto na vida?

 

A estrutura familiar é a bússola que orienta o indíviduo. Mas não pode ser ignorado o fato de que, quando jovens, as amizades têm o poder de influenciar as nossas escolhas, convicções e decisões, interferindo inclusive em nossos futuros e gerando, muitas das vezes, conflitos em família.

 

As amizades verdadeiras constroem. Já os “muy amigos”, o máximo que conseguem é nos empurrar para a ribanceira, à prisão ou ao cemitério. E nessas horas é preciso ter muito discernimento para separar o “joio do trigo”, distinguindo quem é ético, leal e altruísta, do oportunista, desleal e egoísta. Alguém aí nunca ouviu falar do “Amigo da Onça”, personagem criado pelo cartunista Péricles e que fez muito sucesso nos anos 40 e 50 na extinta revista “O Cruzeiro”?

 

Os Beatles têm uma canção chamada “With a Little Help from My Friends”, cantada pelo baterista Ringo Starr e que depois também viria a fazer sucesso na voz de Joe Cocker. A canção é uma bela ode à amizade, esta dádiva que orienta, que ajuda e que salva, tal como nos versos da belíssima “Canção da América”, de Milton Nascimento.

 

Claro que nesta vida ninguém conseguirá ter “um milhão de amigos” como naquela canção do Roberto. Mas está escrito que quem tem um amigo, já tem um tesouro. E se ao menos durante a sua estada nesta vida, você tiver dois ou três amigos para fazerem o seu carrinho pegar no tranco, já pode se considerar um bem-aventurado...

 

 

Bonus Track:

 

Sobre o Autor:
Harley Coqueiro

Harley Coqueiro - Advogado e Jornalista. Chargista e Cronista da Folha de Paraopeba. Fã de Beatles, de thrillers policiais e da boa comida mineira.

Tempos Modernos

quarta-feira, 9 de março de 2016

newspaper-620x427

 

Por José Márcio Sousa

 

Sebastião é um típico sujeito do interior de Minas. Nascido e criado no Mocambo, zona rural de Paraopeba, ele sempre levou uma vida pacata e sem luxos.

 

Avesso às tecnologias, Sebastião sempre foi mais chegado à prosa “olho no olho”, aquela capaz de estreitar as relações e construir amizades.

 

Sebastião, que nunca gostou de ser chamado de “Tião” - como muitos outros “Sebastiões” por aí –, era tido como uma “pessoa sistemática”. No interior, quando se diz que uma pessoa é “sistemática”, refere-se ao seu modo de vida metódico, inflexível e quase senil. Além disso, Sebastião não fumava, nem tampouco gostava de beber.

 

As suas têmporas esbranquiçadas e as entradas da calvície denunciavam as suas mais de quatro décadas de vida.

 

Ainda solteiro, Sebastião não tinha desistido de procurar uma companheira que fosse capaz de tolerar o seu sistema. Embora fosse um caipira de raiz, Sebastião sempre batalhou nos estudos. Para ele, saber das coisas é tão importante quanto ter saúde. Por isso, nunca se importou em trabalhar durante o dia e estudar à noite. E foi, com muito suor e sacrífico, que conseguiu fazer um curso de torneiro mecânico no SENAI, na cidade de Sete Lagoas.

 

Pouco tempo depois, acabou conseguindo emprego na IVECO, onde trabalhava para ajudar no sustento da casa. Embora fosse cansativa a viagem diária entre Sete Lagoas a Paraopeba, nunca abriu mão de morar em sua cidade natal. O trânsito e os prédios das cidades grandes sempre lhe deram uma sensação de sufoco, e, para ele, criado na liberdade da roça, não haveria como se adaptar a uma prisão de concreto, buzinas e de pessoas que não se falam.

 

Em uma de suas viagens de Sete Lagoas para Paraopeba, Sebastião acabou tendo uma experiência que iria mudar os seus conceitos sobre as relações humanas.

 

Já cansado do dia de labuta, Sebastião fez o que sempre faz ao embarcar no ônibus. Escolheu uma cadeira mais ao fundo, onde tivesse janela. Ajeitou a cadeira de modo que não ficasse nem muito em pé, nem muito deitado; recostou-se e começou a observar à sua volta.

 

O silêncio sepulcral daquele veículo sempre foi algo que o intrigara. Não entendia como um ambiente tão pequeno, com tantas pessoas juntas e não se ouvia um ruído sequer de conversa entre os passageiros.

 

Quando muito, era uma musiquinha sertaneja que vinha do som do próprio ônibus.

 

No meio da viagem, Sebastião notou que tinha um casal ao seu lado. Ambos com a atenção monopolizada pelos seus aparelhos celulares de última geração, que embora chamativos, nunca fizeram o Sebastião se interessar em adquirir um, por considerá-los algo supérfluo.

 

Sebastião resolve então cumprimentar o casal:

 

“Taaarde!!!”

 

O que se ouviu foi apenas a sua própria voz ecoando por todo veículo, sem nenhuma resposta.

 

Sebastião, meio sem graça, recosta-se no banco.

 

A moça da poltrona ao lado, olha para ele de relance e responde, retornando os olhos ao celular:

 

“Boa Tarde!”

 

Sebastião então tenta puxar conversa:

 

“Moça, posso lhe fazer uma pergunta?”

 

A moça, demonstrando uma certa impaciência, coloca o celular entre as pernas:

 

“Pode, mas rapidinho porque estou ocupada aqui!”

 

“Que mal lhe pergunte, o que você está fazendo nesse telefone?”

 

“Estou conversando com um amigo no Whatsapp!”

 

“ Ah tá. E esse moço aí do lado?”

 

“Também está conversando com  um amigo!”

 

Estranhando aquela situação, Sebastião  faz mais uma pergunta:

 

“Mas vocês dois aí não são amigos?”

 

A moça responde, franzindo a testa:

 

“Uai, somos e daí?”

 

Sebastião, percebendo que não estava sendo bemquisto, desiste de puxar assunto. Sem conseguir entender direito o rumo daquela prosa, ele matuta: “Que trem esquisito! A pessoa está com um amigo do lado, mas conversa é com o amigo que está longe. Amanhã, quando o amigo que estava longe estiver perto, ela vai querer conversar com o amigo que hoje está perto e que amanhã estará longe. Desta forma, quem está perto sempre estará longe pra essa meninada de hoje!”

 

“Vou dá um cochilo que é bem melhor!”

 

__________________________

Você também pode gostar:

http://www.osinvicioneiros.com.br/2011/09/cronica-de-viagem-ii.html

 

Sobre o Autor:
José Márcio
José Márcio - Editor Chefe dos Invicioneiros, leitor voraz e aprendiz de escritor.Tem opinião e assume os riscos Saudosista dos anos 80. E palpiteiro inveterado. Me Circule no Google+.

Das coisas óbvias que todos já deveriam saber mas fingem desconhecer sobre as redes sociais.

terça-feira, 8 de março de 2016

briga_web_358290027

 

1. Cada um tem o seu perfil e nele a pessoa faz o que bem entender, desde que essa liberdade não interfira na liberdade de ninguém;


2. Comentar é um privilégio, não uma obrigação. Portanto, acaso desaprove totalmente a opinião de outro perfil, haja com educação e contenha seu impulso agressivo, do contrário publique em seu próprio perfil, ninguém é obrigado a ouvir desaforos na própria casa;


3. Sua opinião não é uma verdade absoluta, assim com a opinião alheia também não é. É prudente não querer que outras pessoas sempre concordem ou que tenham pensamento exatamente igual ao seu. O embate de ideias é válido, mas as discussões frívolas não levam a lugar algum;


4. Nunca discuta com fakes, a pessoa que tem tempo de criar perfil fictício e mantê-lo ativo é porque é mau caráter e tem tempo sobrando. A pessoa que é capaz disso é capaz de qualquer coisa. Portanto, não merece crédito. Nesse caso o block é muito útil;


5. Seguir determinados perfis não é obrigação, portanto você tem liberdade de acompanhar somente aquilo que você quer e não tem obrigação alguma de ter entre seus contatos pessoas com as quais você não possui nenhuma afinidade;


6. Antes de cair na tentação de compartilhar assuntos muitos polêmicos, faça pelo menos uma busca pela web para saber se aquilo é mesmo verdade ou apenas mais um dos inúmeros boatos que assolam as redes sociais. O compartilhamento é quase um endosso. Lembre-se disso;


7. Cuidado com suas intimidades, não exponha nas redes sociais aquilo que você não exporia na vida particular. Uma imagem ou opinião depois de postada é como um carro desgovernado, ninguém sabe como e onde vai parar;


8. Você gosta de política e eu também, eu não gosto do governo, mas você gosta. Ok, concordamos que temos opiniões divergentes, mas isso não te dá o direito de me chamar de babaca, não no meu perfil. Afinal, como eu disse anteriormente, é minha casa e o mínimo que se deve fazer como visita é respeitar o dono;


9. É bom tom ler e interpretar as publicações para não cair no ridículo de falar sobre o que não entendeu;


10. Os amigos virtuais nem sempre são o que aparentam ser. Portanto, é bom se cercar de certos cuidados, pois nunca se sabe quem ou o quê está do outro lado da tela.

 

Sobre o Autor:
José Márcio
José Márcio - Editor Chefe dos Invicioneiros, leitor voraz e aprendiz de escritor.Tem opinião e assume os riscos Saudosista dos anos 80. E palpiteiro inveterado. Me Circule no Google+.

Compaixão e Redenção

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

 

 

 

Uma das passagens bíblicas que mais me emociona e que, para mim, carrega um dos mais simbólicos ensinamentos do Cristianismo é a redenção da mulher surpreendida em pecado capital, narrada no evangelho de João (também conhecida como a “Perícopa da Adúltera”).

 

A_Adultera_thumb[2]

 

Conquanto muitos ainda acreditem que Maria Madalena seja a protagonista daquela história, estudiosos concluem que não se trata da mesma pessoa.

 

Flagrada em adultério (embora não haja pistas se a acusada era casada ou não) numa sociedade marcada pela intolerância religiosa, uma mulher indefesa é humilhada e arrastada até à presença de Jesus, o Cristo, por homens e religiosos (escribas e fariseus). Oportunistas, eles vêm a oportunidade que tanto queriam para criar uma cilada para Jesus e desmoralizá-lo diante do povo e de seus discípulos.

 

Na minha cabeça, imagino uma cena de cinema, com toda a carga da dramaticidade psicológica de um Martin Scorsese: no meio da multidão, Jesus, cabisbaixo, sentado na beira do caminho, sob um sol escaldante, desenhando figuras disformes no chão; à sua frente, uma mulher apavorada, subjugada nas mãos de uma turba de fanáticos sedentos por sangue e desgraça.

Mestre, esta mulher foi pega em adultério. Devemos apedrejá-la?

Aquela pergunta corta o ar como uma adaga. Instantes tornam-se uma eternidade. À mulher, resta-lhe a resignação de uma ovelha esperando pela imolação...

 

Os homens ao redor, bufando e empunhando pedras, aguardam impacientes o veredito para malharem a mulher.

 

Alguém repete a pergunta. Jesus, sem interromper os seus rabiscos, com um meneio de cabeça, apenas admoesta, quase sussurrando:

 

Quem dentre vós, não tiver pecado, atire a primeira pedra.

 

Um silêncio paira sobre todos os presentes, sendo quebrado pelos passos envergonhados dos homens afugentando-se do local como uma revoada de abutres espantados da carniça.

 

Passado um breve momento, Jesus finalmente levanta a cabeça e mira apenas a mulher ajoelhada e cabisbaixa, imersa em soluços.

 

Mulher, onde estão eles? Ninguém te condenou?

 

Ninguém, senhor!

 

Nem tampouco eu te condeno. Vá, e não peques mais.

 

Essa última frase, partindo de quem a proferiu, é de arrepiar. Os meus olhos não resistem!

Confesso que jamais vi nas Sagradas Escrituras, outra passagem onde a misericórdia e a redenção triunfassem de forma tão arrebatadora, tão humana (Aliás, nunca vi isso em nenhum outro lugar na História da Humanidade!)!

 

Acredito que, de todos os prodígios, de tudo o que Jesus pregou e praticou (mais até que a expulsão dos vendilhões no templo), o que foi mais determinante para a sua crucificação foi justamente esse episódio: como poderia, numa sociedade machista e puritana, admitir-se que uma mulher, flagrada em ato indecoroso, escapasse de uma punição e os seus “santos carrascos” ainda fossem “chamados” de pecadores aos olhos de todos?

 

Naquele contexto, um jovem messiânico com “tais ideias subversivas e controvertidas”, e com um imenso carisma sobre as massas, representava muito mais perigo para os poderosos que a própria dominação romana. Àquele Justo, não restava outro destino, senão a crucificação pelos seus próprios conterrâneos. E isso, para eles, valia muito mais que o cumprimento de uma profecia ou a remissão dos pecados da Humanidade...

 

Sobre o Autor:
Harley Coqueiro

Harley Coqueiro - Advogado e Jornalista. Chargista e Cronista da Folha de Paraopeba. Fã de Beatles, de thrillers policiais e da boa comida mineira.

Twitter, Facebook ou Google+, quais são as diferenças?

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

17i2siimawlmfjpg

 

Sou um usuário assíduo das redes sociais. Gosto do estilo de interação que esses serviços proporcionam. Se bem utilizados, são excelentes ferramentas para expandir os contatos e adquirir conhecimento. Com base nesse uso contínuo, passei a observar o comportamento das pessoas nas redes sociais que mais uso e percebi alguns detalhes interessantes:

 

twitter
O Twitter parece um serviço mais elitista. Grande parte das postagens não têm quase nenhum compartilhamento ou curtida. Parece que cada pessoa quer aparecer de alguma forma, porém, é muita informação para pouca repercussão. Aparentemente as pessoas adicionam contatos apenas pela grau de relevância, sem se preocupar com a interação que eles possam proporcionar.  Foram implementadas vários recursos que antes não existiam, mas ainda acho que o número limitado de caracteres é um inibidor do pensamento. Noto também que os grandes portais tem ali um bom local para repercussão de suas matérias. No quesito informação em tempo real, talvez seja o serviço mais completo. Foi a primeira rede social da qual eu participei mais ativamente, mas acabei perdendo o interesse e me afastando. Hoje uso muito esporadicamente. O twitter aparenta estar perdendo o fôlego, não me assustarei se o serviço for descontinuado num futuro próximo.

 

 facebook-logo
No Facebook é um serviço mais popular, não é atoa que lidera o mercado das redes sociais atualmente.  Normalmente as postagens possuem mais comentários e compartilhamentos, no entanto a falta de noção também é bastante acentuada. Mais da metade dos que se aventuram a comentar ou compartilhar as informações postadas parecem não entender bem do que se trata. São milhares de usuários usando e tentando se fazer notar. Por isso todo tipo de postagem está presente, inclusive aquelas de gosto muito duvidoso mas que geram repercussão (acidentes, tragédias, e todo tipo de desgraça) . Notei também que as pessoas tendem a ser mais agressivas, sobretudo nos assuntos que discorda. O Facebook é mais parecido com o Orkut, que se tornou um serviço bem popular durante alguns anos, porém foi engolido pela falta de novidades.

 

google
No Google+ embora muitos consideram o serviço uma cidade fantasma, sou um dos inúmros usuários que não compartilham desse pensamento. Vejo que nesse serviço as pessoas se preocupam mais com a interação, embora nem todas as postagens tenham boa repercussão, os seguidores são mais fiéis e interativos. O fato de poder separar os assuntos por Coleções e Comunidades, é um facilitador do serviço. Acho que o Google apostou alto no serviço, como uma forma de substituir o Orkut. Porém, a intenção era criar algo inovador, diferente dos concorrentes Twitter e Facebook. Noto que o serviço sofreu uma queda no número de usuários após as recentes mudanças. O fim das postagens populares deixou muita gente perdida, pois muitos tinham o hábito de acompanhar os assuntos mais polêmicos por lá. O Google+ abriga aquele grupo de pessoas que não se adaptaram aos serviços mencionados acima. Os usuários tendem a ser mais criteriosos na escolha dos contatos, usando, sobretudo, a afinidade. Percebo, porém, que o Google não obteve o sucesso desejado com o serviço. Percebo também que o serviço acabou ficando em segundo plano, sem os investimentos necessários para sua popularização e consolidação no mercado.

 

Sobre o Autor:
José Márcio
José Márcio - Editor Chefe dos Invicioneiros, leitor voraz e aprendiz de escritor.Tem opinião e assume os riscos Saudosista dos anos 80. E palpiteiro inveterado. Me Circule no Google+.

O Maldito Complexo de Vira-latas

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

 

Nosso país é uma maravilha, disto ninguém duvida. As belezas naturais faz do Brasil um dos destinos turísticos mais desejados do mundo. Temos por aqui, dezenas, e por que não dizer, centenas de atrativos que engradencem essa nação. Porém, o que mais chama a atenção é a mania que o próprio povo possui de negativar toda e qualquer situação.


Os-brasileiros-e-o-complexo-de-vira-latas

 

Temos vários atores que se destacam no cinema internacional, mas o que ganha repercussão é a derrota numa disputa por prêmio;


Temos uma seleção que ganhou 5 títulos mundiais no futebol, mas o que ganha repercussão é a derrota de 7 x1 para a Alemanha;

 

Temos o ganhador do prêmio Puskas de gol mais bonito do ano de 2015, mas o que ganha repercussão é a derrota do Neymar como melhor jogador;


Temos inúmeros notícias de pessoas honestas, que vivem fazendo o bem, mas o que ganha repercussão são os corruptos;


Temos alunos exemplares capazes de se destacar por aqui e também pelo mundo, inclusive ganhando concursos internacionais, mas o que ganha repercussão são as "pérolas do ENEM";


Temos escritores que gozam de grande prestígio pelo mundo, mas o que ganha repercussão são os analfabetos funcionais;


Temos cantores brilhantes que lotam casas de shows pelo mundo, mas o que ganha repercussão são as músicas descartáveis;

 

Temos paisagens paradisíacas que encantam todo mundo, mas o que ganha repercussão são os arrastões;


Temos políticos corruptos, mas o que ganha repercussão são as legendas partidárias;

 

Temos grandes empreendedores, mas o que ganha repercussão é o jeitinho brasileiro;

 

Temos o Paulo Coelho, mas o que ganha repercussão são os 50 tons de cinza;

 

Temos o Senna, mas o que ganha repercussão é a lerdeza do Barrichelo;

 

Temos o Pelé, mas o que ganha repercussão são as trapalhadas do cidadão Edson Arantes do Nascimento;

 

No fundo Nelson Rodrigues é que estava certo. Esse maldito complexo de vira-latas é o que mais atravanca o crescimento desta nação.

 

Sobre o Autor:
José Márcio
José Márcio - Editor Chefe dos Invicioneiros, leitor voraz e aprendiz de escritor.Tem opinião e assume os riscos Saudosista dos anos 80. E palpiteiro inveterado. Me Circule no Google+.

A bomba da Coreia do Norte

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

 
 
hqdefault
 
 

É muito triste saber hoje que ainda existem países, como a Coreia do Norte, que promovem o uso de arsenal atômico como forma de defesa. É inconcebível perceber que a insanidade de uma família de ditadores possa comprometer o futuro da humanidade.

 

Não sou de debater política, muito menos política internacional, porque a concebo de forma diferente da que as pessoas do meio entendem e praticam. Vejo a política como uma maneira de conciliar percepções de vida e organização social diferentes por parte dos indivíduos de uma sociedade e, dessa forma, promover as regras mais aceitáveis para que haja uma convivência saudável. Infelizmente, a política tem sido um palco de egos e disputas que não consideram em momento algum o bem comum da sociedade.

 

Sobre o episódio em questão, vejo-o como mais uma prova da imbecilidade de um “líder”, ou melhor, um ditador que não demonstra nenhum tipo de respeito ao ser humano. É mais um “que faz na vida pública o que deveria fazer na privada”...

 

“O imbecil”

 

Na etimologia da palavra imbecil vem do latim “imbecille”, cujo significado é “sem bastão, termo formado de ‘im’: sem, e ‘bacillu’, diminutivo de ‘baculu’.

 

Para nós é “idiota, tolo, néscio”, entre outros. Lima Barreto, em seu “Diário Íntimo”, ao descrever um personagem, diz:

 

“Esse chefe de polícia, Cardoso de Castro, é a besta mais imbecil que há no Brasil. Irritado, ignorante, esfomeado de dinheiro, babuja-se todo para ficar no lugar em que está”.

 

Caberia essa descrição para Kim Jong-um, atual líder norte-coreano, bem como para seus familiares antecessores. Promotores de uma política extremista e cruel, justificada pelo falso nacionalismo ufanista, cujo único propósito é a manutenção do poder. Se pensarmos bem, considerando a etimologia da palavra, podemos dizer que Kim Jong-um personifica um bacilo que traz consigo a doença do autoritarismo absoluto e intransigente, que não permite o diálogo para solucionar os problemas da sociedade.

 

Queria escrever uma poesia sobre o imbecil...

 

Não deu... não merece...

 

Vai esse tosco texto que você leu...

 
 
 
 
 
Sobre o Autor:
The EDN
The EDN - sou industriário, trabalho há 27 anos na Cedro (indústria têxtil centenária de Caetanópolis, MG) e atuo como professor há 24 anos em escolas particulares e públicas

Será que vai ter Impeachment?

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

É muito claro que a presidenta Dilma e seus asseclas do partido vermelho não possuem a menor condição de governar o país, isso é fato, diante da enxurrada de notícias e números a respeito da economia.

 

dilma_abismo
O mundo mudou, a economia mundial também, mas o Brasil manteve uma polícia econômica de décadas passadas, por pura incompetência de se fazer os ajustes necessários. Sim, esses ajustes deveriam ter sido feitos há muitos anos, mas foram equivocadamente e convenientemente colocados em segundo plano. Tudo em nome de um projeto de perpetuação no poder.


Tudo de bom que o país conquistou ao longo desses anos de certa estabilidade econômica proporcionada pelo Plano Real (que foi implantado no governo Itamar Franco, pelo então ministro da fazenda Fernando Henrique Cardoso), está indo pelo ralo.


É fato, o país caminha a passos largos para o caos econômico total. Reacendendo os famigerados efeitos colaterais que pensamos já estarem extirpados do nosso convívio, como: economia frágil, inflação alta, aumentos sucessivos de preços, queda no poder de compra, desvalorização do real frente ao dólar, etc.


Na esteira desse quadro sombrio, eis que surge a proposta do impeachment da atual presidenta.


Ainda que não exista, ainda, nenhum tipo de acusação contra a presidenta, não podemos perder de vista que os escândalos recentes, sobretudo os ocorridos na Petrobras, são de natureza gravíssima.


Como foi divulgado na mídia eles não começaram agora, mas continuaram durante seu mandato, nesse hipótese teríamos 2 situações: ou ela realmente não sabia, nesse caso foi negligente, ou ela sabia e nada fez, nesse caso sendo conivente. Em qualquer uma das situações ela teria sua parcela de culpa.


Mesmo reconhecendo que são inegáveis e irrefutáveis as evidências de total incompetência, e, ainda, diante dos sucessivos escândalos de corrupção amplamente divulgados na mídia, o processo de impeachment mais atrapalha do que ajuda, explico:


O pt (com letra minúscula mesmo, pelo grau de importância) sempre se notabilizou por ser um partido de oportunistas. É muito provável que, mesmo diante das provas evidentes, eles se coloquem com vítimas de um complô da elite branca desse país para derrubá-los do poder a qualquer custo. Assim sendo, dirão que estão sofrendo uma perseguição infernal porque sempre ajudaram a classe mais pobre (uma mentira deslavada, mas que muitos acreditam).

 

Se aproveitando de tudo isso, aparece o barbudo mentiroso de 9 dedos, com suas falácias de sempre. Abrindo caminho para que ele possa voltar ao poder em 2018, o que seria, enfim, uma tragédia de proporções inimagináveis.


Diante de tudo isso, e, levando-se em consideração que a nossa presidenta, mesmo não tendo competência alguma para administrar até mesmo uma lojinha de 1,99, foi eleita democraticamente pelo voto popular. Sabe-se lá como. Mas tirá-la agora seria um erro histórico, pois o país está quebrado e qualquer outro que assumir pode levar a culpa de tê-lo jogado no buraco. Assim sendo, nada mais justo do que deixar a presidenta acabar de afundar o país, pelo menos assim estaremos enterrando junto o tal partido vermelho.

 

Sobre o Autor:
José Márcio
José Márcio - Editor Chefe dos Invicioneiros, leitor voraz e aprendiz de escritor.Tem opinião e assume os riscos Saudosista dos anos 80. E palpiteiro inveterado. Me Circule no Google+.

E a tal Pátria Educadora, onde foi parar?

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Assim que se iniciou o novo governo da atual presidente uma das primeiras providências foi substituir o slogan do Governo, passando da esdrúxula PAÍS RICO É PAÍS SEM POBREZA, para a esperançosa PÁTRIA EDUCADORA. Tal mudança, a primeira vista, poderia significar uma quebra de paradigmas no já conhecido desdém com o que a educação é tratada nesse país.

dilma pronateca

Passados alguns meses tomamos um choque de realidade ao perceber que uma simples frase nunca vai servir de base para uma mudança significativa nesse país, sobretudo se a mesma não vier acompanhada de uma mudança de postura por parte dos que detém o poder nas mãos.

Os cortes recentes, de verbas e programas, por parte do Governo Federal, ferem de morte os já combalidos recursos da educação.

Qualquer pessoa mais ou menos esclarecida sabe que a educação em nosso país nunca foi prioridade, aliás, ela sempre foi tratada com desdém pelos nossos governantes. Sabemos também que todo investimento em educação se reverte em imensurável benefício pra toda sociedade.

É impressionante perceber como um assunto que deveria ser prioridade, sempre é colocado em segundo plano. Cada governante inventa uma desculpa esfarrapada pra fugir desta responsabilidade. Diante desse quadro nossas escolas, cada vez mais, em vez de formar cidadãos, estão formando analfabetos funcionais. Não é difícil perceber o motivo, pessoas esclarecidas são mais difíceis de manipular, enquanto analfabetos funcionais tornam-se apenas massa de manobra, sem poder de discernimento, sem bagagem suficiente pra lutar pela injustiça e pela desigualdade social.

Pros nossos governantes, quanto mais ignorante for o povo, melhor pra eles. Pois suas ações de corrupção podem ser mais intensas e tranquilas, já que ninguém vai se mobilizar contra isso.

Fato é que, enquanto a educação não for tratada como prioridade, nosso país nunca avançará como uma nação desenvolvida. Sinto pena dos profissionais da educação, que são cada vez menos valorizados, pois falta investimento na estrutura, no material didático e principalmente no profissional, sobra boa vontade, mas falta o básico na infraestrutura.

Alguns já no desespero de clamar por ajuda são sumariamente demitidos por expor a situação na mídia (link abaixo), ou seja, em vez de buscar soluções, alguns governantes preferem o lado da injustiça e da covardia, que é mandar embora quem reclama por melhores condições de trabalho. Aliás, essa professora não está querendo nada demais, apenas que se cumpra o que preceitua nossa Constituição Federal. Por mais que sejam corriqueiros esses lamentáveis fatos, ainda fico impressionado com o caradurismo das explicações. Acho que nenhum brasileiro merecia passar essa vergonha.

aa1b61c2fc6df47f13b3fe5ad2cb8439


Sobre o Autor:
José Márcio
José Márcio - Editor Chefe dos Invicioneiros, leitor voraz e aprendiz de escritor.Tem opinião e assume os riscos Saudosista dos anos 80. E palpiteiro inveterado. Me Circule no Google+.

Mau-caratismo virtual, doença ou prazer?

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Vendo os acontecimentos recentes pela internet, no que se refere às ofensas que exaltam o que há de mais abominável no ser humano, como o racismo, a homofobia a intolerância religiosa e o preconceito de um modo geral. Acabei parando para refletir sobre o tema. Como isso tem acontecido com certa frequência, chego a pensar que o fato não é apenas retrato de uma mente doentia.

 

130610_imagem_anonimato
Acho que pessoas, talvez pensando estar protegidas pelo anonimato, se aproveitam de certas situações para criar polêmica e com isso gerar repercussão sobre determinado assunto ou perfil. Normalmente famosos.


Nesse caso estaríamos diante de um quadro muito mais assustador, que é o prazer em ser percursor de determinados espetáculos de humilhação. Fica parecendo que existe uma competição entre essas pessoas para ver que é mais ousado.

 

A prática tem se acentuado muito nos últimos tempos e a vítima mais recente foi a atriz Thaís Araújo que teve comentários racistas publicados em seu perfil no Facebook.

 

Parece inconcebível que uma determinada pessoa se disponha a criar um perfil em rede social apenas para ofender ou descarregar sua frustração em alguém. Mas o universo virtual acabou por criar personagens que sequer imaginaríamos que pudesse existir, esse seria mais um desses casos inacreditáveis.

 

Algumas pessoas são capazes de qualquer coisa para ganharem alguns segundos de fama virtual, pra isso não medem consequência. Alguns desses, inclusive, são capazes de coisas inimagináveis na busca por uma fagulha de notoriedade, nem que seja de forma totalmente negativa.

 

Mocinhos e vilões se espalham com relativa rapidez pelo universo virtual. A ousadia tem nos revelado o lado mais sórdido do ser humano. E a internet tem nos apresentado um lado sombrio e assustador. Precisamos repensar nos atos, a humanidade carece de mais amor e menos oportunismo.

 

O avanço tecnológico e as ferramentas que hoje dispomos devem ser utilizados com sabedoria. A comunicação instantânea proporcionada por uma rede social  não é uma obrigação, mas uma necessidade. Percebe-se que a busca frenética por fama está fazendo nascer uma geração de psicopatas cibernéticos.


Que os responsáveis sejam identificados e punidos exemplarmente.

 

Sobre o Autor:
José Márcio
José Márcio - Editor Chefe dos Invicioneiros, leitor voraz e aprendiz de escritor.Tem opinião e assume os riscos Saudosista dos anos 80. E palpiteiro inveterado. Me Circule no Google+.

Você sabe o que é Stalker?

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Certa vez uma amiga do mundo virtual me apresentou uma palavra que ainda não conhecia: STALKER, uma palavra de origem inglesa que no nosso idioma significa "perseguidor".

 

Screen-Shot-2014-10-03-at-04.30.31

 

O termo é novo, surgiu após o advento da internet e, sobretudo, da popularização das redes sociais. Que acabou criando uma nova forma de relacionamento, pois estreitou o convívio entre as pessoas. Hoje, qualquer pessoa que tenha conta em rede social, consegue ter contato com um número cada vez maior de pessoas.

 

Esse estreitamento de relação, atinge, sobretudo, o convívio entre pessoas comuns e celebridades. Hoje é possível manter contato, ou saber sobre o dia a dia de pessoas que antes só víamos pela TV.

 

Essa nova forma de se relacionar criou também um novo conceito para definir aquelas pessoas que, por inveja, ou frustração, acha que é ofensivo ser famoso. São os chamados STALKERS. Que em linhas gerais serve para definir alguém que importuna de forma insistente e obsessiva uma outra pessoa que, em muitos casos, é uma celebridade. A perseguição persistente pode levar a ataques e agressões.

 

Eu convivo com redes socais já há algum tempo. Mas entre as coisas que mais me intriga nesse espaço, está a obsessão que alguns possuem de ofender os outros, sobretudo celebridades.

 

Alguns, por inveja ou mau-caratismo puro e simplesmente. Optam por seguir pessoas famosas apenas para, em certo momento, despejar sua fúria. Como se o fato de alguém ser bem sucedido, servisse de desculpa para o mau comportamento.

 

Mas esse comportamento obsessivo não é privilégio apenas das pessoas famosas. Essa prática atinge também perfis comuns, normalmente aqueles que possuem um número maior de seguidores.


Eu tento, e não é de hoje, entender o comportamento de alguns nas redes sociais, mas até o momento não consegui êxito.


Me recuso a acreditar que determinadas pessoas possuem a capacidade de criar uma conta em rede social para explicitar a ignorância e disseminar o ódio. Porque se assim o for, realmente a humanidade está perdida.

 

Sobre o Autor:
José Márcio
José Márcio - Editor Chefe dos Invicioneiros, leitor voraz e aprendiz de escritor.Tem opinião e assume os riscos Saudosista dos anos 80. E palpiteiro inveterado. Me Circule no Google+.