Leia também...

Leia também...
Homo Sapiens x Homo Cyber

Leia também...

Leia também...
O Humor nos Tempos do Cólera

Leia também...

Leia também...
Os 10 Mandamentos da Vida Virtual

Leia também...

Leia também...
Santos Reis

Alfred Hitchcock: 30 Anos da Morte do Homem que Sabia Demais

segunda-feira, 29 de março de 2010

 

Alfred_Hitchcock_Invicioneiro

 

No fim de abril, serão completados 30 anos da morte do genial cineasta inglês Alfred Hitchcock (13 de agosto de 1899 – 29 de abril de 1980).

 

 Hitchcock começou como cenógrafo e assistente de direção em 1920 e se transformou em diretor quando o titular de uma produção ficou doente. A partir daí, não parou mais de dirigir e produzir filmes.

 

Mas como um jogador de futebol que precisa descobrir a sua posição ou um pássaro a procura da corrente de ar ideal para se manter em voo, Hitchcock se encontrou quando passou a dirigir thrillers de suspense.

 

O que parecia uma intriga internacional - Hitchcock jamais recebeu um Oscar de melhor diretor, resultou em algo bem mais glorioso: o título consagrador de “O Mestre do Suspense” e arrebanhou com isso uma legião fanática de admiradores e cultuadores, devido ao acervo de suas obras inesquecíveis e eternas.

 

 Hitchcock conseguiu também várias façanhas na Sétima Arte: ter uma filmografia repleta de sucessos de crítica e de público e ser copiado e citado até hoje. Steven Spielberg, por exemplo, admite que a famosa trilha incidental de seu “Tubarão” (1975), foi inspirada na trilha incidental da cena clássica do banheiro de “Psicose” (1960). O lendário Mestre do Suspense conseguiu também que a TV Globo exibisse o filme “Festim Diabólico” (1948) sem intervalos comerciais e com direito à luxuosa apresentação de Fernanda Torres.

 

O seu estilo envolvia histórias com homens comuns em situações limites, loiras geladas e tramas intricadas e cheias de armadilhas.

 

Um voyeur da alma humana, Hitchcock espionava os nossos medos através de suas objetivas e padecia de uma psicose pelo perfeccionismo, além de possuir um soberbo domínio da técnica cinematográfica.

 

Talentoso e dono de um humor fino tipicamente britânico, está para os thrillers, o que os Beatles estão para a música: ousado, inovador e sutil, em obras que sempre terão mil interpretações.

 

Sir Alfred Joseph Hitchcock deixou como legado uma dezena de obras-primas: “Festim Diabólico” (1948), “Disque M para Matar” (1954), “Janela Indiscreta “(1954), “Ladrão de Casaca” (1955), “O Homem que Sabia Demais” (1956), “Um Corpo que Cai” (1958), “Intriga Internacional” (1959), “Psicose”(1960), “Os Pássaros”(1963) e “Marnie – Confissões de uma Ladra” (1964).

 

Eis a clássica cena do banheiro de “Psicose”:

 

 

 

 

[fotomontagem by Harley Coqueiro]

Sobre o Autor:
Harley Coqueiro

Harley Coqueiro - um cara da paz, iluminista, torcedor do Galo, evangélico não fundamentalista, pai do Ulisses e do Dante. Já desenhou charges, escreveu poemas e compôs canções gospel. Tem como pecados, gostar em excesso de rock'n'roll, filmes e comida!

Feed
Gostou desse Artigo? Então deixe um comentário, assine nosso Feed ou receba os artigos por email

4 comentários :

Postar um comentário

# Antes de comentar, leia o artigo;
# Os comentários deverão ter relação com o assunto;
# Pode criticar a vontade, inclusive o blogueiro;
# Comentários ofensivos ou pessoais serão sumariamente deletados;
# As opiniões nos comentários não refletem a opinião do blog e são de inteira responsabilidade dos seus autores;