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Já se arrependeu de algo que postou?

quinta-feira, 20 de maio de 2010

gadgetology051410_chart2new Imagem: (Retrevo)

 

Recentemente o site Gigablog fez alusão a uma pesquisa do site de eletrônicos Retrevo, indicando que 32% das pessoas se arrependem de algo que postaram online.

 

Indubitavelmente, em algum momento, todos nós já nos arrependemos de algo que postamos, seja por causa do conteúdo pífio, seja por causa da repercussão.

 

Sempre que publico um post fico com uma estranha sensação que poderia ter feito algo melhor, ou que não fui claro o suficiente nas minhas explanações. Esse martírio, não raras vezes, é legitimado por alguns comentários impertinentes deixados por alguns incautos. Há sempre alguém levando a discussão para um campo que não era foco do post.

 

Acho que muitos blogueiros devem passar por essa indesejável experiência de ver um post enveredando por caminhos adversos à sua pretensão inicial. Isso acaba nos desgastando, pois temos que nos desdobrar em palavras para explicar que o objetivo não era exatamente aquele que alguns leitores equivocadamente interpretaram.

 

É inegável que é muito gratificante ver nossos posts sendo elogiados, ou até mesmo criticados construtivamente, afinal, é comum que as pessoas discordem do nosso pensamento, o que nos entristece, entretanto, são as interpretações totalmente equivocadas.

 

Nessas horas nos vem à mente aquele dilema: acho que não me expressei bem, não devia ter publicado isso!

 

ats57347_258Troll_spray Imagem: (Abovetopsecret)

 

É fundamental saber que existe uma diferença muito grande entre discordar e trollar. No primeiro caso, a pessoa confronta nossa opinião de forma  sensata e apresenta argumentos para respaldar sua posição. No segundo, a pessoa, normalmente travestida pelo anonimato, deseja apenas irritar o autor com comentários totalmente fora do contexto.

 

[…] acho engraçado como as pessoas, seja de que idade ou sexo for, quando protegidas por uma tela de computador, ficam valentes e “cheias de direito”, como diria minha mãe. Sentem-se à vontade pra entrar na casa dos outros, já batendo. Parece até que despejam na gente toda coragem que não têm no seu dia-a-dia…

Esses são os já citados “trolls”, anônimos ou não, que andam enchendo o saco de quase todo mundo. [Síndrome de Estocolmo]

 

What have I done!?

 

É bem verdade que os trolls, às vezes, nos tiram do sério, como ninguém tem “sangue de barata”, nos deixamos levar pela ira do momento e acabamos proferindo palavras, que depois friamente repensadas, não haveria necessidade.

 

Por outro lado devemos nos policiar, sobretudo naquilo que postamos em nossos blogs, pois às vezes na pressa de publicar um assunto pioneiramente, nos esquecemos de observar alguns detalhes que podem afetar diretamente outras pessoas, causando estragos que, dificilmente poderão ser remediados.

 

19% daqueles que tiveram remorsos por causa dos posts disseram que as mensagens impulsivas causaram problemas em casa ou no trabalho e 9%, que um post fora de hora acabou com amizades ou até com casamentos. (R7)

 

Outro fato que volta e meia sempre acontece, é o arrependimento por causa da publicação de um determinado tweet. Na pressa de mandar logo pro ar algum fato, às vezes cometemos gafes imperdoáveis que nos deixam numa “saia justa” sem precedentes. Por isso todo cuidado é pouco também na hora de twitar.

 

O problema das mensagens apressadas atingiu 59% dos usuários de iPhone, que disseram ter sentido vergonha depois de publicar algo. Segundo a pesquisa, os usuários de celulares inteligentes são os que mais se arrependem – ter um aparelho no bolso os torna mais impulsivos. (R7)

 

Sou de opinião que algumas coisas realmente precisam ser repensadas antes de ditas ou escritas, mas também não podemos nos ater à neura de achar que sempre iremos magoar alguém com nossas palavras. Assim sendo, nunca escreveremos nada, pois de uma forma ou de outra há sempre alguém, no twitter ou nos blogs, que se sente vítima de uma determinada opinião, mesmo tratando-se de um mero desconhecido.

 

Quando faço algo e penso em me arrepender, lembro me que se não tivesse feito não saberia o que teria acontecido, sendo assim, acredito que valeu a pena. (Wania Rocha)

 

Afinal, é melhor pecar pela ação do que pela omissão.

 

Sobre o Autor:
José Márcio

José Márcio - Editor Chefe dos Invicioneiros, mineiro de Paraopeba/MG, canceriano, engraçado, calmo, Cruzeirense. Apaixonado por Música, informática, Twitter, Blogs e Futebol! Saudosista dos anos 80.

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