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Santos Reis

Nem tudo são flores na Blogosfera

quinta-feira, 6 de maio de 2010

 

Quando comecei a blogar, no nem tão longínquo ano de 2007, não tinha muita pretensão, a não ser, é claro, tornar públicas minhas ideias e opiniões a respeito dos mais variados assuntos.

 

lobo_ovelha013

 

Acredito eu que a maioria dos que iniciam um blog, normalmente, tem como referência algum blogueiro de sucesso, pessoas que após árduo trabalho conquistaram o respeito e admiração de muitos.

 

Obviamente que não me considero um blogueiro de sucesso, longe disso, tenho plena consciência que ainda tenho um longo caminho pelo frente e talvez nunca chegue ao patamar dos mais afamados blogueiros.

 

Não há mal algum em se inspirar em pessoas de relativo sucesso, aliás, são excelentes fontes de aprendizado. Existem blogs de altíssima qualidade em todas as áreas da blogosfera, que podem servir de parâmetro para qualquer iniciante.

 

Tive a oportunidade de conhecer pessoas maravilhosas, tanto no twitter, como na blogosfera, pessoas com as quais me identifiquei rapidamente e hoje posso considerá-los meus amigos virtuais.

 

Mas é bom que se diga que é preciso se cercar de alguns cuidados para não “quebrar a cara” ou se decepcionar com situações e personagens tidos como verdadeiros.

 

Devem buscar-se amigos como os bons livros. Não está a felicidade em que sejam muitos nem muito curiosos; e sim poucos, bons e bem conhecidos. [Mateo Alemán]

 

Quando passamos a conviver no ambiente da blogosfera, temos que aprender rapidamente a lidar com situações que invariavelmente teimam em aparecer nesse universo, qualquer discussão, por menor que possa parecer, acaba gerando repercussão e você acaba tomando partido de situações que às vezes nem imaginava. E foi exatamente esse artigo As partes boas e ruins de se ter um blog que me inspirou para escrever esse post.

 

Achei excelente a forma que a autora abordou o tema, colocando o lado positivo e negativo das situações que envolvem a blogosfera. E nesse pouco tempo que convivo nesse meio vejo que “há mais coisas entre a blogosfera e seus personagens, do que sonha nossa vã filosofia”. Já convivi e presenciei relatos de várias situações envolvendo a blogosfera que me deixaram estupefato.

 

Para mim a blogosfera se divide em três grupos: os que fazem sucesso, os que querem fazer sucesso, e os que querem a todo custo fazer sucesso. A fundamental diferença entre o 2º e o 3º grupo é justamente a ganância. Penso que não há nada de mal em querer fazer sucesso, o problema é quando essa vontade se sobrepõe aos limites de bom senso e descamba para a inconsequência.

 

Não há como negar:  no meio bloguístico, como em qualquer outro lugar, pessoas inescrupulosas transitam sorrateiramente. São lobos em pele de cordeiro, que se fazem de bonzinhos para ganhar a confiança alheia mas querem a todo custo levar vantagem em todas as situações, não importando se, pra isso, precise criar um personagem fictício, cujo único objetivo é ludibriar a boa fé das pessoas.

 

Assim como muitas pessoas do bem entram na nossa vida pós-blog, muitas pessoas do mal tentam entrar. Estas, geralmente tiram a máscara quando você precisa dizer não para algum pedido. Odeio, com todas as forças, segundas intenções. E não sei qual é a fórmula pra ficar rica e famosa com blog - não sou nenhuma das duas coisas. [Paula Pfeifer]

 

Em conversas informais com outros blogueiros, recebi relatos aterradores de alguns desses personagens que vagueiam pela blogosfera, causou-me espanto e decepção saber que muitos não passam de uma utopia. Abstive-me de citá-los, pois atrairia a ira dos fãs exaltados que vivem cegados pela lábia desses indivíduos, cuja arte maior é a produção de sofismas.

 

Os homens deviam ser o que parecem ou, pelo menos, não parecerem o que não são. [William Shakespeare]

 

É sempre bom salientar : é preciso ter muita cautela com pessoas que se dizem ser nossos amigo(a)s pela internet... vivemos num mundo que nem sempre o bom ou o ruim é o que aparenta ser.

 

Por isso todo cuidado é pouco, com aquilo que você repercute, seja no seu blog, seja no twitter,  pois você pode estar sendo induzido a pensamentos altamente equivocados.

 

É fácil tornar um relato mais interessante acrescentando a ele alguns detalhes, como também é fácil fraudar uma história quando lhe dispensamos uma omissão ou ação. É simples deduzir que não existe o que se pode chamar de “falsidade particular”, ou seja, uma informação fora do verdadeiro não prejudica somente a pessoa que a pratica. [Wikipédia]

Sobre o Autor:
José Márcio

José Márcio - Editor Chefe dos Invicioneiros, leitor voraz e aprendiz de escritor.Tem opinião e assume os riscos Saudosista dos anos 80. E palpiteiro inveterado. Me Siga no Twitter [@jmpsousa].

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