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Coisas que vi e aprendi no Twitter: Amizade

terça-feira, 1 de junho de 2010

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Fonte da imagem: BP

Quero pedir licença aos leitores deste blog para falar de novo sobre o Twitter, não pretendia ser repetitiva, visto que na semana passada falei sobre Twitter. E como eu tenho tantas coisas pra dizer, resolvi separar os posts para não cansar vocês.

 

Não consigo evitar o impulso de comentar sobre os últimos acontecimentos e seus desdobramentos. Estou me referindo a dois episódios; um relatado por Ana Magal do Blog Profissão: Jornalista no seu post A internet, o Twitter e os 'nossos' loucos de cada dia'... e outro relatado por Emanuelle Najjar do Blog Limão em Limonada no seu post O #mimimi nas redes sociais

 

Li os dois posts e não pude deixar de me abismar. “choquei!!” para tudo!! mas o que está acontecendo aqui? Carência afetiva epidêmica? Gente procura um psicólogo, não é médico pra doido não, é um profissional muito sério que lhe ajuda a lidar e trabalhar melhor com suas emoções, é justamente pra evitar que se fique louco e que se faça doidices tanto na vida online quanto offline, estou indo ao psicólogo e estou adorando, por isso recomendo.


Peço licença novamente aos leitores para citar um tweet interessante e bastante pertinente ao tema pois fala sobre essa relação e convivência no Twitter, quem tuitou foi o estimado @RicardoFraga, recomendo que quem não conhece ainda esta figura que faça o favor a si mesmo de conhecer, veja o que ele disse:

 

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O fato é que amizade não dá pra ser medida pelo Twitter, calma que eu explico, quero dizer que não dá pra saber quem é amigo ali, a menos que alguém declare: fulano de tal é meu amigo de verdade, o resto não dá pra saber, já vi gente brincando com muita gente, dando RT e #FF em pessoas que nem gostam tanto assim, até eu faço isso, vejo isso com normalidade, visto que não precisamos ser íntimos pra socializar uma informação, interagir com os outros tuiteiros ou achá-los interessantes.

 

Recentemente um tuiteiro que eu gostava parou de me seguir, não que eu tivesse feito algo, simplesmente não agradei mais a pessoa, o que é muito normal, ninguém é obrigado a gostar de ninguém nem muito menos podemos exigir que os sentimentos sejam recíprocos. Mas fiquei um pouquinho chateada porque eu gostava da pessoa, e afinal de contas eu sou humana e tenho sentimentos como todo mundo, mas vi que se importar com isso é realmente bobagem, não dá pra levar coisas deste tipo a sério, não dá pra confundir tratar bem com amizade como bem disse o @RicardoFraga.

 

Uma vez logo no início da minha vida tuiteira eu perguntei ao @fjorgemota: por que fulano de tal nunca me responde? Será que ele não foi com minha cara? Ele me respondeu muito francamente: “Não se esqueça que Twitter não é MSN, as pessoas não são obrigadas a responder”, a partir dali acendeu uma lâmpada em mim e eu comecei a aprender como é que funcionava o twitter, ou melhor, comecei a entender como as pessoas se comportam ali.

 

Estar no Twitter pra mim é uma experiência fantástica, não só pelas amizades que se pode fazer e pelas informações que se pode trocar, mas pela incrível oportunidade de conhecer melhor os seres humanos que ali convivem, pois não duvide, os 140 caracteres do Twitter dizem muito sobre uma pessoa.

 

Enfim, vi e aprendi no Twitter que também por lá as amizades acontecem naturalmente, a confiança e a estima também acontecem de forma gradual, porém podem não ser duradouras.

 

Amizade no Twitter é uma conquista diária e um exercício diário de cumplicidade também, alguns ficarão por longo tempo na sua timeline, outros sairão brevemente, alguns irão lhe cativar, outros nem tanto... e assim seguimos... tuitando e aprendendo sempre...

 

Sobre a Autora:
Ana Karenina

Ana Karenina - Autora do blog Escritos Ideológicos. Uma baiana, natural de Salvador, Servidora Pública Federal. Adora ler, blogar, tuitar, conversar e interagir na internet.

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10 comentários :

Bauru disse... Responder comentário

Ana, nunca parei para analisar o Twitter dessa forma como fez. Na verdade, acho que nem devo analisá-lo, pois ao mesmo tempo que ele possibilitou o contato com gente que nem imaginava, ao mesmo tempo que ele me fez reencontrar um amigo de mais de 10 anos, o Twitter já me estressou ao ponto de eu querer parar de blogar. A importância que damos a ele bem como a dependência que se cria em algumas situações pode sim ser prejudicial demais. Amizades? Sim, eu fiz. Desafetos? Sim, conquistei, mas o que me agrada mesmo é o fato de que não preciso me preocupar com os encontros desagradáveis. Ali, basta dar unfollow e continuar a tuitar. Se fosse na vida fora do Twitter, eu teria de me privar do convívio de muitos para não encontrar as desagradáveis.

1 de junho de 2010 08:19
jornalistamasini disse... Responder comentário

Ana...

Acompanhei o caso da Ana Magal e vivenciei o mesmo dilema dela (com a mesma pessoa). O caso da pessoa em questão é realmente psicótico e necessita de cuidados de um especialista.

Não gosto de colocar regras seja nas mídias sociais ou nas redes sociais. Dizer que tem que seguir a todos que te seguem ou seguir os amigos (pq são amigos). Enfim...cada um pensa de uma maneira. Mas tudo o que leva o nome de social se faz necessário atentar-se a alguns requisitos básicos de boa convivência.

Não que seja o certo, mas empresa/marca/produto/político/pessoa pública que está no Twitter seria ideal que seguissem a todos que os seguem? Assim como o ideal, se tratando de uma “sociedade”, seria que se respondesse a algo que lhe foi perguntado? Enfim, são algumas “regras” inerentes ao ser social que não deviam conter barreiras no estilo “Twitter não é MSN”. Mas respeito uem assim pensa.

Não sigo a todos que me seguem. Não por acreditar na máxima – quem tem mais seguidores que seguidos são os bons - que muitos ainda infelizmente crêem, mas por focar no tipo de informação e interação que pretendo com a ferramenta, ou seja, não é pessoal e nem querer ser melhor. Não é que a pessoa (mesmo que seja minha amiga) não seja interessante de ser seguida, é que no uso que esta faz do Twitter não está alinhado com o que busco no momento. Mas isto não quer dizer que vou ignorar alguma mensagem que me é enviada (mention) e que merece uma resposta ou colocação. A ideia das redes é interação....é ser social.

Certo ou equivocado, é nisto que tenho crido.

[ ]'s

@MarcosMasini
http://www.pugnus.com.b

1 de junho de 2010 08:41
Jô Angeℓ disse... Responder comentário

Querida, com certeza, a amizade é sim o melhor do Twitter.Tenho amizades lá que passaram da virtual e tiveram um lugar seguro no meu coração. Isso não quer dizer que essas pessoas e amizades não tenham defeitos, pelo contrário, somos todos falhos e a todo momento não é mesmo? Nos últimos dias a única coisa que tenho aprendido mais também por lá é que é melhor ser mais calada para não induzir conceitos errôneos. Nem todos os comentários ou replies me chateiam ou me alegram. Só o de pessoas importantes para mim. E quando um grande amigo preocupa-se mais com o que vão achar dele do que com sua amizade, é muito decepcionante mas...penso esses dias muito nessa frase: "em quantas vezes um coração pode ser machucado?". Por estar com o meu na UTI, ficarei mais afastada rsrs Ótimo post, viu? E obrigada pela sua amizade e preocupação comigo. Ah! E continuo no pensamento positivo em relação à Bahia rsrsr Beijos!!!♥

1 de junho de 2010 08:58
The EDN disse... Responder comentário

Somos todos de universos paralelos
ligados pelas palavras do portal virtual
Manteremos para sempre nossos elos?
Não se pode prever de maneira cabal
o futuro das relações nesses universos,
muito menos em apenas seis versos...

1 de junho de 2010 11:02
Ana Karenina disse... Responder comentário

Olá pessoal

obrigada a todos pela visita e comentários!

BAURU - o Twitter tem lá suas vantagens e desvantagens, alegrias e disabores com relação a interação que fazemos por lá, mas nem por isso deixa de ser interessante e de nos fazer aprender de alguma forma. Eu observo sim as pessoas, mas não com intenção de traçar perfil nenhum, mas apenas porque é inevitável. A vida virtual com certeza é bem mais fácil de administrar.

MASINI - entendo o que quer dizer, no Twitter muita coisa é relativa e não reflete exatamente nossas emoções, também optei por não seguir pessoas que me seguem não porque eu não goste delas e sim pelo que você disse: o que a pessoa procura não é o que eu procuro, então como não temos o direito de pedir que ninguém mude pra nos agradar, também não devemos mudar só pra agradar meia dúzia, no Twitter temos que seguir pessoas que nos acrescentam em alguma coisa seja lá sabedoria, risos e etc., pessoas que gostamos ou que nos identificamos de algum modo. O fato de eu não seguir uma pessoa não é porque não gosto dela ou a considere ruim, é só porque não me identifiquei com a personalidade dela ou com o uso que a pessoa faz do Twitter, gosto realmente não se discute.

JÔ ANGEL - obrigada pela torcida e pelo carinho querida,eu também levava muito a sério o Twitter a ponto de pensar como você, mas atualmente vejo de forma diferente, encaro estas coisas que você disse com normalidade, se servir uma dica não leve a ferro e fogo tudo que é dito a você e também não julgue as pessoas por apenas um ou poucos tweets que ela dá, dê tempo para conhecer e ver que as pessoas são diferentes em diferentes momentos. E lembre-se que os sentimentos por lá nem sempre são recíprocos e não podemos cobrar que sejam.

THE EDN - obrigada meu poeta invicioneiro! rs estas certezas só o tempo vai dizer né? por hora, vamos vivendo e aprendendo...

Um Abraço a todos!

1 de junho de 2010 13:59
Richard disse... Responder comentário

Ana,


O twitter nos possibilita várias análises. Já sofri isso que você mencionou, de ver alguém que tu gostavas tanto e de repente se foi. Hoje estou um pouco ausente de lá, só fico mais à noite e durante o final de semana, mas conquistei amizades sim e o principal: - APRENDI BASTANTE.

Estar em contato com tanta gente com intelecto brilhantes nos faz sentir assim também, ou pelo menos empolgado por estar no meio delas.

1 de junho de 2010 14:15
Ana Magal disse... Responder comentário

Opa!!! Acabei de chegar!!!

Bem, como vc viu no meu relato lá, e já tinha feito tempos atrás um post em que titulei 'seguir ou não seguir, eis a questão', o problema não está em quem seguimos ou não e sim na conquista de cada pessoa.

Não sigo, e não sou obrigada a seguir todos que me seguem, bem como não sou obrigada a responder uma pessoas que fale comigo somente uma vez só.

Assim como em outras ferramentas nas quais participei nesses longos 12 anos de vida online, me deparei com muitos encalços e problemas desse tipo de cobrança de amizade.

Na minha vida 'real', ou seja, no dia-a-dia, cara a cara, eu tenho poucos e fieis amigos. Posso contar nos dedos de uma mão. Tenho muito colegas e conhecidos, mas amigos não.

Na vida virtual, que há muito deixou de ser irreal, conquistei muitos amigos, principalmente que moram longe. E não deixam de ser meus amigos por conta disso, e nem por isso fico 'falando/digitando' todos os dias e a todo o momento. Todos nós temos nossa vida privada e problemas, não podemos jogar em cima dos outros nossas frustrações.

Como você falou no texto: amizade é uma conquista diária. Admiro muitas pessoas no twitter e nesses quase 2 anos usando a ferramenta, criei laços verdadeiros de amizade sim. Conheci ótimas pessoas, fiz maravilhosos colegas de carreira e incríveis contatos profissionais. Mas alguém querer 'me obrigar' a ser amiga dela, dentro ou fora da net, corto logo da minha vida!

Amizade NÃO SE FORÇA! SE CONQUISTA!

Amei o texto!

2 de junho de 2010 00:42
Ana Karenina disse... Responder comentário

RICHARD - tenho este mesmo sentimento que você, aprendi e aprendo todos os dias no Twitter, fico feliz também por estar no meio de tanta gente bacana e inteligente.

ANA MAGAL - Fico feliz que tenha gostado, me inspirei em você também para escrever este post, acredito nisso que você falou na conquista, não se pode forçar nada realmente, alguns irão gostar de você e outros não, isso tudo faz parte, o problema é que muita gente ainda não aceita isso. Acho muito positivo sermos seletivas tanto na vida online quanto offline, é importante se aproximar de gente que realmente gostamos, pois já somos obrigados a conviver com gente que nem queremos e se temos oportunidade de escolher porque não escolher? é tuitando e aprendendo realmente

Um abraço a todos e obrigada pelos comentários!

5 de junho de 2010 07:52
lisosapiens disse... Responder comentário

Ana,

Todos os lugares tendem a ser assim. Sempre encontraremos amizades e desafetos.

O bom do Twitter é que ele amplifica nosso poder de socialização de forma tal que seria praticamente impossível, com a vida que levo hoje, ter amigos como o José Marcio sem o uso de tal ferramenta.

Acho relevante seu texto e gostaria que mais gente tivesse tanta clareza quanto as relações mediadas por computador como você.

Grande abraço

@Murilo__Lima

7 de junho de 2010 14:55
Ana Karenina disse... Responder comentário

@lisosapiens Olá Murilo, Concordo com você que em todo lugar podemos conseguir afetos e desafetos e também curto bastante essa possibilidade que o Twitter nos dá de conhecer gente diferente e bacana que nos divertem e nos ensinam tanta coisa.

Obrigada pelo elogio, mas estas coisas eu fui e vivo aprendendo aos poucos, cometendo meus erros e acertos, analisando situações e pessoas e fazendo com isso meu arsenal de conhecimentos.

Obrigada pelo comentário e volte sempre :)

11 de agosto de 2010 12:45

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