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Santos Reis

Os Destaques do Rock’n’Roll, por Década

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

 

rocknroll

 

O rock’n’roll sempre se notabilizou por ser mais que um gênero musical. É um estilo de vida e um estado de espírito, que combinam rebeldia, ousadia e inconformismo.

 

E nesse espírito libertário e anárquico, me atrevi a fazer uma lista bem pessoal, escolhendo em cada década, o artista mais expoente do gênero.

 

Anos 50 – Difícil escolher entre feras do calibre de Chuck Berry (um Tião Macalé engomadinho com um topetão rockabilly, guitarra semi-acústica vermelha e seu “The Duck Walk”), Little Ricard (com os seus falsetes psicóticos que inspiraram ninguém menos que Paul McCartney), Elvis Presley (simplesmente o Rei do Rock) e Jerry Lee Lewis (com as suas marteladas no piano). Porém, escolho Bill Halley and His Comets, pois foram os primeiros a gravarem uma música profana para os conservadores anos 50 (“Rock Around the Clock”, em 1955);

 

 

 

 

Anos 60 – Já começo a me arrepender em inventar uma lista dessas. É muita responsabilidade! Mas eu não posso pipocar! O que faço com Jimmi Hendrix, Janis Joplin, Stones, The Who, The Doors…?

Mas não há como não optar por eles: os Fab Four, por razões óbvias...

 

 

 

 

Anos 70 – O rock já é um adolescente a caminho da idade adulta e convivia com Led Zeppelin, Ramones, Pink Floyd, The New York Dolls, Black Sabath. Mas ainda precisava, com urgência, de algo com o furor e ímpeto adolescente: esqueçam os escrotinhos – eis os Sex Pistols!

 

Anos 80 – A década de 80 nos anos 80 (!), foi duramente criticada por ser pop demais, ainda que existissem o Kiss e o AC/DC. Passados trinta anos, pode ter sido a década do ápice da música pop: Tear For Fears, The Cure, The Police, B’52s, etc. Mas por mais que pareçam saturados para os anos atuais, são os irlandeses do U2 que eu indico.

 

Anos 90 – Na década que parecia ser o túmulo do rock’n’roll, eis que surgem três carinhas de uma longínqua e gelada cidade do extremo noroeste dos EUA, para dar um novo gás ao rock, que já se encontrava no CTI, respirando com a ajuda de aparelhos: Nirvana.

 

 

 

 

Anos 2000 – As músicas “gangsta” dominam as paradas mundiais e eis que surge uma “banda” inusitada, formada por apenas uma baterista e um guitarrista, com um som que parecia um Led Zeppelin “punk” e cujas vestimentas e equipamentos apenas combinavam três cores: o preto, o branco e o vermelho: The White Stripes.

 

Anos 2010 – A década só está iniciando e começando bem: funks proibidões e Fiuk...

 

 

Sobre o Autor:
Harley Coqueiro

Harley Coqueiro - um cara da paz, iluminista, torcedor do Galo, evangélico não fundamentalista, pai do Ulisses e do Dante. Já desenhou charges, escreveu poemas e compôs canções gospel. Tem como pecados, gostar em excesso de rock'n'roll, filmes e comida!

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