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Santos Reis

Esse blog é meu e pronto!

sexta-feira, 8 de abril de 2011

 

Eu sei, dia desses eu prometi que não voltaria a falar sobre blogosfera ou redes sociais, pois eram assuntos que não me despertavam mais nenhum interesse, mas volto, com a humildade de reconhecer que de fato a Ana Karenina tinha razão quando comentou:

 

Imagem02 Apr. 06

Foto: Yuri Edmundo

 

“… só evite dizer que não irá mais fazer uma coisa, vai que você não resiste? Ficará preso a uma promessa interna?…”

 

Pois é Ana, realmente é muito difícil a gente acompanhar algumas coisas e resistir pra não palpitar, parece que angústia de falar sobre o que nos incomoda está no nosso íntimo e por mais que a gente tente não remoer o assunto, ele acaba se tornando presente em nossas ações ou divagações.

 

Embora minha decisão tivesse caráter definitivo, não fico preso as amarras do inconveniente ou da falta de caráter em não cumprir com o prometido. Muito pior do que isso fazem pessoas que disseminam coisas ruins e despropositadas e ainda sentem prazer em fazer. Só o fato de pensar que minhas palavras podem colaborar no intento de alguém, já elimina qualquer remorso que eu possa sentir.

 

Não é de hoje que somos presenteados com colocações diversas sobre os mais variados assuntos na blogosfera. Nesse ínterim o propósito dos metabloggers, penso eu, é colaborar para que as pessoas não cometam erros que acabem por minar a tentativa de ingressar e permanecer na blogosfera. Certo é que, ninguém nasce sabendo, na blogosfera, principalmente, estamos sempre precisando de algum código ou widget para incrementar nossos blogs.

 

Dito isso, faço uma pausa para homenagear alguns metabloggers que facilitam nosso vida na blogosfera, com suas dicas gratuitas de caminhos menos tortuosos.

 

Os metabloggers, normalmente, possuem um boa audiência, pois seu conteúdo desperta o interesse de todo blogueiro que se preocupa com qualidade oferecida aos seus leitores. Poderia enveredar por esse caminho, mas receio não possuir competência, nem paciência suficiente para tal. Deixo a tarefa para alguns nobres colegas que fazem isso de forma magistral. Sou exigente comigo mesmo, se não der para fazer bem feito, prefiro não fazer.

 

Caramba já escrevi mais de cinco parágrafos e ainda não consegui entrar no tema desse post, nessa hora os nobres docentes da língua pátria já devem estar me condenando por não conseguir dar coerência e coesão a esse texto. Mas eles hão de me perdoar.

 

Sem mais delongas, o título desse post é simples e direto, como deve ser ações no mundo dinâmico da blogosfera. Alguns podem me taxar de chato, reconheço que às vezes de fato sou. Exigente? Quase sempre! E palpiteiro, cotidianamente. Muito embora tenho evitado a fadiga de discussões sobre pontos de vista divergentes, que nunca levam a nada, a não ser o desgaste dos envolvidos.

 

Devo ser muito chato mesmo pois quando me incomoda não tenho receio em falar, e isso acaba contrariando alguns. É esse  o motivo principal desse post.

 

Ter um blog pra alguns é hobby, pra outros complemento de renda e pro mais afortunados, sustento. Independentemente da motivação, o que todos têm em comum é que são pessoais, é como tal, são de propriedade particular.

 

Assim sendo, ninguém tem o direito de dizer o que você deve ou não fazer com seu blog. É óbvio que a opção em querer aprender é inerente a cada indivíduo. Se você quiser aproveitar as boas dicas existentes por aí para melhorar, e elas de fato existem, vá em frente. Agora, se você quiser fazer um blog do seu jeito, sem interferências externas, o problema é seu. Regras  imutáveis não se aplicam quando o que está em jogo é algo totalmente genérico e pessoal.

 

A liberdade é um dos dons mais preciosos que o céu deu aos homens. Nada a iguala, nem os tesouros que a terra encerra no seu seio, nem os que o mar guarda nos seus abismos. Pela liberdade, tanto quanto pela honra, pode e deve aventurar-se a nossa vida. Miguel Cervantes

 

Mas antes que alguém me entenda mal, devo esclarecer. O fato de ter livre arbítrio no espaço do seu blog, não significa dizer que você deve fazer o que quiser, sem arcar com as consequências. Oferecer downloads de programas piratas, de vídeos, de músicas, plagiar conteúdo alheio, para exemplificar alguns, é considerado crime, e você poderá responder por isso.

 

Minha reflexão sobre a liberdade bloguística diz respeito tão somente à forma que você bloga. Situações, como as supra mencionadas, são condenáveis sob todos os aspectos.

 

Mas você tem liberdade de produzir, (eu disse produzir, não reproduzir) o que bem entender. Você tem direito de colocar aquele template horroroso que mais parece “penteadeira de rameira” no seu blog. Você pode inclusive orná-lo com “trocentos” widgets inúteis que no final só servem para pesar o carregamento da página. Afinal você é livre!

 

Você pode escolher ter um blog no Blogger, no Wordpress, ou em qualquer outra plataforma que achar conveniente. Você pode optar por ter um domínio personalizado ou não. Você pode querer um template exclusivo ou apenas usar um dos diversos gratuitos disponíveis na web. Você pode criar um blog com nicho ou você pode não ter nicho nenhum. Você pode falar mal do governo ou quem sabe elogiar?

 

Você pode fazer um blog de imagens divertidas, de piadas toscas e repetidas ou quem sabe de vídeos do Youtube? Você pode falar de amor, ou maldizer quem fala. Você pode falar das flores ou quem sabe dos espinhos?

 

Você pode o que quiser, vai depender da extensão dos seus objetivos. Sem querer ser utópico, mas já sendo. Você pode aprender a respeitar as pessoas, afinal você pode fazer o que quiser, mas não se esqueça que os outros têm o direito de serem respeitados.

 

Você pode, inclusive, achar o que escrevi aqui uma bela porcaria, mas por favor, abstenha de comentar sem argumentos. Pois, assim como você tem direito de falar o que quiser, eu também tenho direito de não querer ouvir suas idiotices. Afinal, esse blog é meu!

 

Moral da história para escritores presentes e futuros: quando sentir o impulso de responder a uma resenha negativa – e você vai sentir, pode apostar um milhão nisso – acorrente-se ao pé da mesa e atire bem longe a chave do cadeado. (Sérgio Rodrigues)

 

Por fim, cito Voltaire para finalizar meu palavrório desvairado: “Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las.”

 

Yes, we can!

 

Sobre o tema: O Blog é meu e faço o que eu quiser!

 

Sobre o Autor:
José Márcio

José Márcio - Editor Chefe dos Invicioneiros, leitor voraz e aprendiz de escritor.Tem opinião e assume os riscos Saudosista dos anos 80. E palpiteiro inveterado. Me Siga no Twitter [@jmpsousa].

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