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Santos Reis

A Magia do Cinema Começa Pelas Vinhetas dos Estúdios

segunda-feira, 18 de abril de 2011

 

MGM_Invicioneiros 

A Sétima Arte sempre fascinou gerações. Como é gostoso se acomodar na poltrona de uma sala escura, com pipoca e refrigerante nas mãos, e aguardar ansiosamente, com a galerinha, a exibição de um filme na tela grande!

 

Ainda que com a comodidade dos “Home Videos” (com o VHS na década de 80 e com o DVD na de 90) e dos “Home Theatre” (com as suas gigantescas TVs de LCD, Led e O-Led), nada superou a sensação de se assistir aos filmes nas salas de cinema, mesmo que fiquemos “de castigo” por umas 2 horas naquela “solitária coletiva”... [Lamenta-se profundamente que o Cine Paraopeba do “Sô” Wander Marotta, se foi com o seu dono e deixou tantas saudades! Um patrimônio da cultura paraopebense, que deveria de ter sido tombado pelo poder público municipal.]

 

Uma coisa que sempre me chamou a atenção são as vinhetas de abertura das produtoras cinematográficas. São um show a parte!

 

Depois de esperarmos por chatos “trailers” de filmes (que provavelmente nunca assistiremos), ao aparecer a vinheta da produtora é quando sabemos que o “show” irá começar de verdade!

 

Após uma breve pesquisa, escalei um time de vinhetas dos grandes estúdios de Hollywood. Embora a maioria sofreu inovações, eu selecionei as versões que eu mais gostei.

 

Metro Goldwyn Mayer (MGM)

 

Desde menino, esta vinheta me fascina com o efeito do leão rugindo. Os seus quase 10 segundos é de uma imponência e beleza plástica impressionantes. Esta vinheta passou por vários leões desde 1921, e que a partir de 1924, passaram a ser nominados:
- Goldwyn Pictures Lion #1, 1921
- Goldwyn Pictures Lion #2, 1924
- MGM - Slats the Lion, 1924
- MGM - Jackie the Lion, 1929
- MGM - Telly the Lion, 1928
- MGM - Coffee the Lion, 1932
- MGM - Tanner the Lion, 1934
- MGM - George the Lion / Brief Mane, 1956-1957
- MGM - Leo the Lion, 2008

 

Como se trata de um estúdio pertencente a cidadãos americanos de origem judaica, o animal é uma referência ao “Leão da Tribo de Judá”, descrito na Bíblia Sagrada.

 

O leão “superstar” da vinheta a seguir, chamava-se Tanner:

 

 

 

20th Century Fox

 

A música desta vinheta é um clássico do cinema. Embora de concepção visual mais simples que a de outros estúdios, é simplesmente arrepiante (ainda que lembre um mausoléu):

 

 

 

Universal Pictures

 

Também de concepção simples, a combinação de imagem e som é clássica e assombrosa:

 

 

 

Paramount  Pictures

Esta vinheta apresentou uma versão inovadora: imagem sem som. E o resultado também ficou fantástico:

 

 

 

Warner Bros. Pictures

 

Vinheta lendária que ficou mais associada aos desenhos do Pernalonga, por causa de sua logomarca WB. Nesta versão, a música é de sua megaprodução “Casablanca”, o que deixa tudo ainda mais nostálgico:

 

 

 

Columbia Pictures

 

Não há vinheta mais americanizada que esta, com a mulher no olimpo segurando a tocha, como se fosse a Estátua da Liberdade. Diz a lenda que era uma forma para driblar o Macartismo que aterrorizou os artistas de cinema nas décadas de 40 e 50. Simples visualmente, mas com uma música perfeita, também é outro clássico das vinhetas de abertura:

 

 

 

TriStar Pictures

 

Combinando os estilos da MGM e da Paramount, esta vinheta também utiliza um animal (um corcel branco que se transforma num pégasus) e não possui áudio. Esta bem elaborada vinheta dos anos 80 é a que apresentou o resultado mais onírico e mágico de todas da TriStar:

 

 

 

Columbia TriStar Pictures

Com a fusão dos estúdios Columbia e TriStar, foi concebida a nova vinheta. Na minha opinião, houve mais efeito digital que criatividade. Mas ainda assim pode ser considerada clássica:

 

 

 

Dreamworks Animation

 

Nesta vinheta, os balões do menino são a metáfora de “nossa imaginação de menino”, que vai subindo, subindo, subindo, até tocar o infinito, o desconhecido:

 

 

 

Pixar Animation Studios

 

Divertida vinheta que homenageia os antigos desenhistas de animação da Disney. É protagonizada por uma lâmpada, que no primórdio dos tempos da animação, iluminava as pranchetas dos desenhistas, antes da era digital.

 

 

 

Castle Rock Entertainment

 

Esta vinheta não é tão famosa como as anteriores, mas sou fã dela. A beleza do farol girando enquanto um novo dia amanhece esperançoso sobre o azul do mar que se revela com a luz, é poética como uma canção de Dorival Caymmi ou um conto de Gabriel García Marquez:

 

 

 

Sobre o Autor:
Harley Coqueiro

Harley Coqueiro - um cara da paz, iluminista, evangélico não fundamentalista, pai do Ulisses e do Dante. Já desenhou charges, escreveu poemas e compôs canções gospel. Tem como pecados, gostar em excesso de rock'n'roll, filmes e comida!

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