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Twitter ou Casa da Mãe Joana?

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Segundo a Wikipédia, Casa-da-mãe-joana é uma expressão de língua portuguesa que significa o lugar ou situação onde vale tudo, sem ordem, onde predomina a confusão, a balburdia e a desorganização. Sua origem remonta ao século XIV.

 

Algumas nuances do Twitter são instigantes, gosto de participar dessa grande rede justamente por causa dessas peculiaridades. Ainda que o Orkut tenha seu público cativo e o Facebook angaria cada vez mais seguidores, ainda gosto mais do jeito Twitter de ser.

 

duvida-twitter[2]

 

Percebo, já há algum tempo, que existe uma certa divisão nesse minifúndio midiático. Na verdade, penso eu, que o twitter ultimamente se divide em três grandes grupos, sobre os quais passarei a discorrer nos parágrafos abaixo, balizado nas experiências vividas ao longo do período que me encontro presente nesse serviço.

 

Obviamente que não busco unanimidade, decerto muitos não concordarão, outros tantos praguejarão, mesmo assim arriscarei.

 

A confusão sobre o Twitter parte dos próprios fundadores,  Jack Dorsey em entrevista concedida ao ElPaís disse que: “o Twitter não é uma rede social, é uma ferramenta de comunicação”.  Longe de mim querer desmentir o Mrs. Dorsey, mas sobre redes sociais a Wikipédia assim define:

 

Uma rede social é uma estrutura social composta por pessoas ou organizações, conectadas por um ou vários tipos de relações, que partilham valores e objetivos comuns. Uma das características fundamentais na definição das redes é a sua abertura e porosidade, possibilitando relacionamentos horizontais e não hierárquicos entre os participantes. "Redes não são, portanto, apenas uma outra forma de estrutura, mas quase uma não estrutura, no sentido de que parte de sua força está na habilidade de se fazer e desfazer rapidamente."

 

Ou muito me engano, ou de fato a definição sobre rede social nos remete ao pensamento de que trata-se de uma ferramenta de comunicação, e o Twitter não é outra coisa senão mais uma dessas várias ferramentas. Pode ser que ele não tenha sido criado com essa intenção, mas como o passar do tempo e a popularização do serviço, ele acabou mudando o foco e se transformando em mais uma rede social.

 

Um ponto em comum dentre os diversos tipos de rede social é o compartilhamento de informações, conhecimentos, interesses e esforços em busca de objetivos comuns. A intensificação da formação das redes sociais, nesse sentido, reflete um processo de fortalecimento da Sociedade Civil, em um contexto de maior participação democrática e mobilização social. (Wikipédia)

 

Eis que diante dessa polêmica toda nós usuários acabamos por não saber, com absoluta certeza, o intento primordial do Twitter. Por isso vagamos nessa grande rede perdidos feito “cachorro em dia de mudança”.

 

Decidi então dividir o twitter em três grupos distintos, igualmente irrepresentativos.

 

1º Grupo – Os que não sabem pra que serve

O Twitter foi criado em 2006, mas se popularizou há cerca de 2 anos pra cá. Muita gente ainda não sabe pra que serve e porque entrou no serviço. Muitos pensam que é como sala de papo, outros pensam que o novo Orkut, outros, como eu, ainda não entenderam o funcionamento da coisa e vive se atrapalhando, falando e fazendo bobagens de toda sorte e natureza.

 

2º Grupo – Os que acham que sabem

Como dizem aqui no interior de Minas, certeza, certeza ninguém tem, mas alguns acham que têm. É sério, tenho muito medo desse povo, aliás, tenho mais medo dos que acham que sabem dos que dos que não sabem.

 

3º Grupo – Os que fiscalizam os grupos anteriores

Chamados popularmente como a “polícia do Twitter” tem umas pessoas que entram nessa rede pra bisbilhotar e torrar a paciência de quem lá se encontra. Tudo vira polêmica, nesse grupo estão incluídos os ecochatos, os pardidários radicais, os religiosos fundamentalistas, os rotuladores: xenófobo, misógino, homofóbico, racista, direita, esquerda. Sim, é proibido ter opinião no twitter sem ter que ouvir alguém te condenando.

 

Estou mais presente do que nunca por lá, mas é verdade que ainda não sei usar a ferramenta, e olha que não foi por falta de ler e escrever a respeito. Mas também é verdade que não procuro respostas, eu quero é rosetar. Desisti de discutir e passei a seguir a velha máxima de que “é melhor ser feliz do que ter razão”.

 

Sugiro que leiam:

Abaixo o movimento goela abaixo

 

Sobre o Autor:
José Márcio

José Márcio - Editor Chefe dos Invicioneiros, leitor voraz e aprendiz de escritor.Tem opinião e assume os riscos Saudosista dos anos 80. E palpiteiro inveterado. Me Siga no Twitter [@jmpsousa].

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5 comentários :

Jô Angeℓ disse... Responder comentário

Eu ri da sua divisão. "Acho" eu que estou no primeiro grupo rsrsrs Beijos, Zé.

*Eu sugeriria acrescentar ainda os turistas, gente que aparece lá de vez em quando e se mete na conversa dos tuiteiros "veteranos" que nem eu hehehehe

29 de abril de 2011 02:47
Milton G. Machado disse... Responder comentário

Eu ri da sua divisão. [2]

Putz, faço parte do segundo grupo.
E se tem uma coisa que me irrita é esse pessoal do 3º, em especial os rotuladores! =P

29 de abril de 2011 15:09
Geraldo disse... Responder comentário

Depois de atenta leitura e reflexão, creio estar inserido no primeiro grupo...

Abraço

30 de abril de 2011 21:18
Sybylla disse... Responder comentário

É, acho que me encontro no primeiro grupo... rs Mas fiz bons contatos no Twitter, gente bacana para conversar e volta e meia aparecem um seguidores estranhos, mas fora isso, vamos vivendo.

Infelizmente, muita gente do 3º grupo utiliza a ferramenta sem que tenha uma utilidade social, que deveria ser o propósito dessas mídias.

Abraço!

@Sybyllamomentum

2 de maio de 2011 20:53
José Márcio disse... Responder comentário

#Jô Angel, no mesmo grupo meu. De fato faltou mesmo o grupo dos bicões.

#Milton G. Machado, de fato eles são irritantes.

#Geraldo, ahahaha, pelos menos temos hombridade de reconhecer nossa falta de informação.

#Sybylla, também acho, as redes sociais deveriamo ser usadas com o propósito de interação.

4 de maio de 2011 09:20

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