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Santos Reis

Circula eu que eu circulo você. E segue a neura…

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Não é mais novidade pra ninguém, que se faz presente constantemente na web, que o Google está, acho que agora de forma mais incisiva, querendo concorrer de igual pra igual com os ilustres: Facebook e Twitter. O Google+ ou Plus como queiram, surgiu no final de junho e já apresenta um crescimento vertiginoso:

 

Google Plus Faz em 16 dias o que o Facebook e Twitter Fizeram em 2 Anos

 

google-plus-google- Imagem: Mundo Hoje

 

Rede Social como o próprio nome já diz é uma rede criada com o intuito de conectar pessoas, segundo Marteleto (2001, p.72), representam “[...] um conjunto de participantes autônomos, unindo idéias e recursos em torno de valores e interesses compartilhados.” Interligando pessoas com as mesmas afinidades e interesses, fazendo com que expressem ideias enriquecendo  seus conhecimentos.

 

Pois é, devo confessar que só ingressei, de forma mais interessada e participativa nas redes sociais, depois do advento do twitter. Ainda que meu MSN seja até certo ponto antigo, nunca fui um frequentador assíduo desta rede. O Orkut então, nunca me atraiu, nada contra quem gosta, mas esse escriba que vos fala é muito reticente em relação aos laços firmados nesse minifúndio.

 

Penso eu que não é novo, a aventura transloucada de alguns, seja em qual rede for, para trazer para as amarras da sua conta, o maior número possível de pessoas. Seria até certo ponto tolerável se o intuito dessa gente fosse ampliar a interação e partilhar conhecimento. Ocorre que, na verdade, a grande maioria não está nem um pouco preocupada com isso, mas sim em ostentar polpudos seguidores, adeptos, circulados, “amigos”, contatos, etc.

 

Chega a ser um contra-senso  o cidadão se fazer presente em uma rede social, que é sinônimo de interação, simplesmente para colecionar pessoas, sem qualquer vontade ou perspectiva de trocar qualquer tipo de experiência. Fico intrigado como algumas pessoas conseguem acompanhar as atualizações dos inúmeros contatos, sendo que eu, com meus parcos, às vezes fico perdido.

 

Como a ferramenta da moda é o Google+, é interessante constatar como as pessoas ficam fissuradas em circular o maior número de usuários possível e pasmem, ficam extremamente chateados quando não são retribuídos. Sim, alguns transformaram essas redes numa espécie de “amigo oculto”, circula eu, que eu retribuo, e, se for o caso, ainda indico para os meus inúmeros “amigos”.

 

Já presenciei chiliques de pessoas no Google+ dizendo que fulano não é interessante porque é muito circulado, mas circula pouco. Ora, nem todos possuem o desejo de colecionar pessoas, alguns ainda, me incluo nesse rol, espera que as oportunidades que uma rede social apresenta, seja convertida em troca de experiências e aprendizado.

 

Particularmente só incluo em minhas listas, pessoas nas quais, eu imagino, venha a proporcionar algum tipo de aprendizado e admito, já tive experiências gratificantes no convívio com algumas pessoas on line. Contatos que me ajudaram a crescer como blogueiro e até mesmo como pessoa.

 

A experiência direta é o subterfúgio, ou o esconderijo, daqueles que são desprovidos de imaginação. Os homens de ação são os escravos dos homens de entendimento. As coisas não valem senão na interpretação delas. Uns, pois, criam coisas para que os outros, transmudando-as em significação, as tornem vidas. Narrar é criar, pois viver é apenas ser vivido. (Fernando Pessoa)

 

Não se iludam, o simples colecionamento e ostentação de inúmeros contatos, não significa que a pessoa seja influente. Esse pensamento é altamente equivocado, tive gratas surpresas, por exemplo, no twitter, onde pessoas com pouquíssimos seguidores conseguiram me trazer muito mais conteúdo e experiência, do que os afamados e tidos e havidos como relevantes…

 

Não é atoa que gosto de frisar em todos os meus perfis na rede social: “não sou ninguém importante, não perca seu tempo”. Desta forma, todos que me adicionam não podem alegar e reclamar depois que levaram gato por lebre.

 

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Sobre o Autor:
José Márcio

José Márcio - Editor Chefe dos Invicioneiros, leitor voraz e aprendiz de escritor.Tem opinião e assume os riscos Saudosista dos anos 80. E palpiteiro inveterado. Me Siga no Twitter [@jmpsousa].

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