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Santos Reis

Os cinco melhores zagueiros que já vi jogar

domingo, 18 de setembro de 2011

Para preencher mais uma vez este espaço invicioneiro com uma lista subjetiva e baseada única e exclusivamente na minha opinião, enumero abaixo os cinco maiores zagueiros do futebol que eu vi jogar. Obviamente, é uma lista que deixa margens a acréscimos, mas jamais a exclusões.

Eis os caras:

Luizinho

Luiz Carlos Ferreira, o Luisinho, vestiu a camisa do Galo na década de 1980. Fez 537 jogos pelo alvinegro de Minas, marcando 21 gols. É considerado um dos principais jogadores da história do Galo Mineiro. Recebeu o prêmio Bola de Prata da Revista Placar por duas vezes, em 1980 e 1987.

Luizinho
Natural de Nova Lima, em Minas Gerais, começou sua carreira no dente-de-leite do Villa Nova.  Ajudava a mãe vendendo verduras durante a semana e aos domingos era coroinha nas missas. Contentou-se com o diploma de ajustador mecânico pelo Senai e preparava seu futuro como mecânico ou como minerador, seguindo os passos de seu pai e de seu avô. Ingressou no quadro amador do time da Mineração Morro Velho, e assinou seu primeiro contrato como profissional no Villa Nova, em 1978, aos 19 anos. Logo que se profissionalizou,  foi descoberto por Procópio Cardoso que o levou para a diretoria do Cruzeiro, que, no entanto, não se interessou pelo jogador. Seu passe foi cobiçado por vários clubes brasileiros, porém o Atlético foi mais rápido e o contratou por 800 mil cruzeiros, na época. Após a chegada do zagueiro Osmar Guarnelli no Galo, Luizinho formou uma das maiores duplas de zaga do Brasil.

No Atlético, foi onde seu futebol despontou para o mundo. Seu estilo leve e solto de jogar, tornou-se a sua marca no futebol. Luisinho sempre deixava o campo com a expressão serena de quem está voltando de um agradável passeio, sem parecer ter corrido 90 minutos em campo atrás da bola e protegendo sua área. Apesar de sua musculatura fraca e sua falta de velocidade em campo, Luisinho demonstrava uma insuperável visão de jogo e uma capacidade de roubar a bola do adversário impressionante. Comparavam-no a uma serpente, que dava o bote certeiro, tirando a bola sem fazer falta. Como alguns críticos da época preferiam dizer, ele tinha uma antevisão. Como nenhum outro, Luisinho previa os desfechos nos lances, antecipava-se aos atacantes e tomava a bola dos adversários antes mesmo que estes conseguissem dominá-la. Realizava estas jogadas com tanta precisão e facilidade que parecia não gastar energias. Assim, fez o futebol parecer o jogo mais simples do mundo aos olhos da torcida, que explodia em aplausos e reverências ao estilo clássico e vistoso do jogador. Aos 21 anos, foi considerado o melhor do país em sua posição conquistando o mestre Telê Santana com seu futebol, que logo o escalou para o Seleção Brasileira em 1980, onde permaneceu como titular absoluto até o Mundial de 82.

No Mundial de 82, na Espanha,  foi titular absoluto da Seleção e conquistou o mundo com suas jogadas de precisão. Foi apontado por muitos como o mais destacado sucessor de Domingos da Guia. Em 1989, foi vendido ao Sporting de Portugal, onde fez muito sucesso, sendo lembrado até hoje como um dos maiores craques que passaram por lá.
(Fonte: Wikipedia – adaptado)



Baresi

Franchino Baresi foi um dos maiores zagueiros do futebol italiano. Jogou apenas pelo Milan (um dos seus maiores ídolos), durante 20 anos (1977-1997) tendo feito 719 jogos e  31 gols. Conquistou 6 Campeonatos Italianos (1978/79, 1987/88, 1991/92, 1992/93, 1993/94 e 1995/96), 3 Champions League (1989, 1990 e 1994), 2 Mundiais Interclubes (1989 e 1990), 3 Supercopas Européia (1989,1990 e 1994), 4 Supercopas da Itália (1988, 1992, 1993 e 1994).

Baresi
Não bastasse esse currículo laureado, atuou pela Azzurra entre 1982 e1994, participando de 81 jogos e foi campeão mundial em 1982 (embora não tenha jogado nenhum jogo na copa). 

Não foi convocado para a Copa de 86 porque o técnico o queria escalar no meio campo, posição onde não gostava de atuar, embora o fizesse muito bem. A única Copa em que ficou de fora durante sua carreira na seleção,  foi também a única Copa em que jogou seu irmão mais velho, Giuseppe Baresi, também jogador famoso.  Mas na copa de 94 ele participou e foi vice-campeão.  Baresi  foi o primeiro a bater para a Itália nas disputas por pênaltis contra o Brasil e, para alegria nossa, errou a cobrança. Quando parou de jogar, foi homenageado pelo Milan, que aposentou a camisa 6 que esse cracaço usou durante cerca de 20 anos de clube.

Franco Baresi foi um zagueiro espetacular, que raramente fazia uma falta e um grande marcador. Foi um dos melhores zagueiros do mundo do futebol em todos os tempos.
(Fonte: Wikipedia – adaptado)


Gamarra


Carlos Alberto Gamarra Pavón, mais conhecido como Gamarra, (Ypacaraí, 17 de fevereiro de 1971) zagueiro paraguaio que é considerado por muitos o melhor jogador da história do Paraguai, e um dos melhores zagueiros de todos os tempos.

Gamarra
Gamarra iniciou sua carreira no Cerro Porteño em 1991 e, em seguida, passou pelo Independiente, da Argentina, antes de retornar ao Cerro. Mesmo tendo conquistado o Campeonato Paraguaio de 1992 pelo Cerro Porteño, foi somente em 1995, quando Gamarra assinou contrato com o Internacional, que sua carreira realmente começou a deslanchar. No Colorado, o zagueiro conquistou o título de campeão gaúcho de 1997.

No mesmo ano, veio a primeira tentativa no futebol europeu, quando Gamarra transferiu-se para o Benfica, de Portugal. Embora bastante rentável financeiramente, a passagem pelo Benfica acabou não lhe abrindo as portas para os grande clubes europeus e, com isso, o paraguaio decidiu-se pelo retorno ao Brasil, desta vez, defendendo o Corinthians.

Em 1998 na passagem pelo Corinthians, então comandado por Wanderley Luxemburgo, Gamarra voltou a ganhar títulos, e passou a ser idolatrado pela torcida alvinegra assim como foi idolatrado no Internacional. Seu futebol combativo, mas sem muitas faltas, foi enaltecido pela crítica esportiva, que não teve dúvidas em incluir seu nome no rol de craques estrangeiros que brilharam no Brasil, a exemplo de Figueroa, Pedro Rocha, Rodolfo Rodriguez e Ramos Delgado.

Mas a consagração definitiva de sua carreira aconteceu na Copa do Mundo de 1998, quando o zagueiro da Seleção Paraguaia foi eleito o melhor  do Mundial. O zagueiro paraguaio mostrou toda sua capacidade técnica nos quatro jogos disputados pelo Paraguai e encantou o mundo ao terminar a competição sem ter cometido uma única falta sequer.

Gamarra jogou também, entre outros times, no Atlético de Madrid, Flamengo,  Inter de Milão e Palmeiras e  encerrou sua carreira no Paraguai, no Olimpia, em 2007.
(Fonte: Wikipedia – adaptado)


Passarela


Daniel Alberto Passarella (Chacabuco, 25 de maio de 1953) foi um dos maiores zagueiros argentinos de todos os tempos. Também exerceu a função de técnico, com muito sucesso.

Apesar da estatura considerada baixa para a posição (1,76 m), sabia cobrir a defesa de suas equipes devido à sua grande impulsão. Seu forte jogo aéreo também lhe possibilitou marcar muitos gols de cabeça, além de precisas cobranças de falta. É o segundo zagueiro que mais fez gols na história (está atrás apenas de Ronald Koeman), tendo marcado vinte e dois pela Argentina, noventa e nove pelo River Plate e trinta e cinco no duro futebol italiano.
Passarella
Passarella também era veloz, cobrava faltas muito bem, era ótimo no desarme e realizava lançamentos longos precisos para contra-ataques. Além de ser o único jogador bicampeão mundial da Seleção Argentina (estava nos elencos das Copas do Mundo de 1978, erguida por ele como capitão, e 1986), é também bastante identificado com o River Plate, onde atuou nove anos como jogador, seis como treinador e é o atual presidente.

A maestria na defesa, onde também atuaria como líbero, o fato de ter sido capitão campeão de uma Copa em casa e de treinar seu país lhe renderia comparações com Franz Beckenbauer. Posteriormente, como o alemão, tornou-se também presidente do clube onde se notabilizou.

Após começar no pequeno Sarmiento, chegou ao River Plate em 1974. Curiosamente, era na infância torcedor do arquirrival Boca Juniors e chegou a tentar jogar no clube de La Bombonera, mas foi reprovado na peneira. Furioso, pediu a Néstor Rossi, ex-zagueiro do River que o havia trazido a Buenos Aires apostando em seu talento, que lhe arranjasse testes na equipe do Monumental de Núñez, onde foi aprovado. Estreou na equipe principal do River quando o time vivia jejum de dezoito anos sem títulos expressivos. No segundo ano, a escrita seria quebrada em dose dupla: o clube foi campeão do campeonato argentino e do campeonato metropolitano, à época um torneio mais valorizado do que o próprio nacional.

Na Europa, Passarella jogou pela Fiorentina, Internazionale e retornou ao River Plate, onde encerraria a carreira.

Na Seleção Argentina, estreou em 1974, em seu primeiro ano no River Plate. Tornar-se-ia capitão e o primeiro argentino a levantar a Copa do Mundo, após o país, anfitrião, sagrar-se vencedor, ainda que polemicamente, da edição de 1978. Disputou todas as copas subsequentes até o encerramento de sua carreira.

Tem várias desavenças com o ídolo Diego Maradona, com quem constantemente polemiza na imprensa argentina. Por esse motivo, Passarella acabou não sendo utilizado por alguns técnicos na Seleção Argentina, como Carlos Bilardo, em razão da rixa com Maradona, que não queria sequer a convocação para a Copa de 1986 do desafeto. Único remanescente do elenco campeão de 1978, Passarella foi, ainda que na reserva em 1986, o único jogador presente nos dois títulos mundiais da Argentina.
(Fonte: Wikipedia – adaptado)


Figueroa

Elías Ricardo Figueroa Brander (Valparaíso, 25 de outubro de 1946) é um ex-jogador de futebol chileno. Considerado o melhor jogador de futebol da História do Chile, também foi eleito o melhor zagueiro da Copa de 1974. Jogou na década de 1970, e para muitos é um dos maiores zagueiros de futebol da história. Seu lema era: " A grande área é minha casa. Aqui só entra quem eu quero."

Figueroa
Figueroa chegou ao Internacional em novembro de 1971. Antes, havia jogado pelo Wanderers, do Chile, Unión La Calera e Peñarol, do Uruguai. Foi também jogador da Seleção Chilena de Futebol. Vestindo a camisa colorada, Figueroa fez 26 gols em 336 jogos, sendo ao lado de Índio o zagueiro que mais fez gols pelo clube. Foi hexacampeão gaúcho (71/72/73/74/75/76) e bicampeão brasileiro (1975/76). Disputou 17 clássicos Grenal, tendo perdido apenas um e nunca foi expulso ao longo de sua carreira.

Figueroa, quando ainda atuava no Peñarol foi considerado duas vezes melhor jogador do Mundo, no Internacional duas vezes melhor central do mundo e duas vezes melhor central da América. Isto significa dizer: 6 vezes melhor central da América, 4 vezes melhor central do mundo e 2 vezes melhor jogador do mundo.

Apesar de sua eficiência defensiva, será sempre lembrado pelos colorados por ter marcado um gol: o tento do primeiro título nacional do time foi dele, de cabeça, na vitória dos gaúchos por 1 a 0 sobre o Cruzeiro.
(Fonte: Wikipedia – adaptado)

 

Sobre o Autor:
The EDN

The EDN - sou industriário, trabalho há 27 anos na Cedro (indústria têxtil centenária de Caetanópolis, MG) e atuo como professor há 24 anos em escolas particulares e públicas

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