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Sua rede social é exatamente aquilo que você fez dela

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Não é de hoje que as redes sociais passaram a fazer parte do universo on line, com o perdão do trocadilho com o nome do UOL. Já disse em outras ocasiões por aqui sobre a origem e evolução deste serviço que remonta de alguns anos passados.

 

chato

 

Os serviços que oferecem as chamadas redes sociais são públicos e notórios, embora alguns proprietários rejeitem esse rótulo. Os mais populares atualmente são: Orkut, Facebook, Twitter, Google+ e outras menos conhecidas. Já disse também nesse post que o usuário escolhe sua rede social de acordo com a preferência e/ou interesse.

 

É muito comum, e muitos já devem ter presenciado, pessoas reclamando de assuntos ou pessoas presentes na sua rede. Normalmente por causa de um assunto que não lhe agrada e que está sendo discutido entre as pessoas que foram escolhidas pelo proprietário da conta para estar ali presentes. Ora, se é o dono quem escolhe o que vai seguir ou quem vai estar presente na sua timeline, o único culpado pelo que está presente ali é ele mesmo.

 

Ninguém é obrigado a aderir um perfil que não coadune com sua linha de pensamento. O bacana das redes sociais é exatamente a possibilidade de encontrar pessoas que possuam similaridade com suas preferências. Ninguém também é obrigado a conviver com assuntos que não lhe agradam e pra isso existem alternativas, desde a exclusão do perfil, até o uso de filtros.

 

Quem seleciona o que quer acompanhar é o dono do perfil. Particularmente não tenho nada a reclamar dos perfis que sigo. Se o assunto discutido é interessante, eu acompanho e ainda costumo dar meu pitaco, se não, eu apenas ignoro, afinal, ninguém consegue ser interessante 100% do tempo.

 

Ademais, especialmente no twitter, quando o assunto discutido se prolonga por mais tempo eu uso o filtro do TweetDeck que é bem eficiente para limar o “assunto chato” de vez do meu convívio.

 

O que não concordo é com pessoas que vivem reclamando da futilidade presente em sua rede social. Amigo, se você ainda não sabe, é melhor aprender, se na vida OFF você não convive com pessoas que não lhe agradam, na vida ON você também não é obrigado a conviver com os chamados “malas”, descarte aquele perfil que te irrita tanto e seja feliz!

 

Também não é conveniente ser muito extremista em relação às pessoas presentes na sua rede. Pessoas exigentes demais, são um  convite ao descarte. O bom humor nas relações é sempre o melhor caminho para uma convivência harmoniosa.

 

Recentemente o Marcel Dias do blog Byte Que Eu Gosto, fez um post falando sobre as reclamações constantes presente no Facebook sobre a chatice do serviço. [O Facebook tá chato. Mas não tanto quanto você.]

 

No referido post ele faz uma indagação extremamente interessante, que vale a reflexão de todos:

 

Uma reclamação constante em redes sociais, sejam lá quais forem tais redes é sobre a qualidade da mesma. Basicamente, é como você ir a um restaurante e começar a gritar que o local é uma porcaria. Porém, assim como você escolhe em que restaurante quer deixar os últimos caraminguás do seu Visa Vale, você, pasmem, também escolhe quais redes sociais deseja frequentar e mais incrível, com quais pessoas deseja se relacionar virtualmente. É assim que uma rede social funciona, o usuário tem total liberdade sobre o conteúdo que vai oferecer e sobre o conteúdo que vai consumir. [Byte Que Eu Gosto]

 

É verdade amigo, é você quem escolhe o que vai consumir nas redes sociais. Ninguém te obriga a ficar num lugar onde não se sente bem, você é único responsável pelas pessoas e/ou assuntos presentes no seu convívio ON line. Talvez, como bem frisou o Marcel, o problema não seja as pessoas, mas sim você mesmo.

 

Cada indivíduo tem o chato que merece. É impossível chatear um chato. Dois chatos da mesma espécie não se chateiam. [Guilherme Figueiredo]

 

Acho que está mais do que na hora de você aprender a escolher melhor suas companhias, as redes sociais estão aí para expandir os relacionamentos, não faça dessa convivência um martírio, a maior vítima acaba sendo você mesmo.

 

Sobre o Autor:
José Márcio

José Márcio - Editor Chefe dos Invicioneiros, leitor voraz e aprendiz de escritor.Tem opinião e assume os riscos Saudosista dos anos 80. E palpiteiro inveterado. Me Siga no Twitter [@jmpsousa].

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