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Santos Reis

Lembrança de um garoto quase antigo

sexta-feira, 4 de maio de 2012

 
Tive a deliciosa oportunidade de conversar hoje com minha amadíssima irmã e madrinha Dinha (ficam invejosos meus irmãos por ela ser minha madrinha e não deles, embora quase todos a chamem assim e não pelo nome de Teresa). Casos deliciosos do passado (quando digo "deliciosos" é porque a maioria deles tem sabor de verdade, sempre recheados de pratos que fizeram parte de nossas vidas).
 
 
 
Minha madrinha sempre me proporciona uma sensação de amor e carinho que me evoca a minha mãe, uma aura que transcende o que as palavras desse breve post podem transmitir. Hoje falamos de pai Tião, de mãe Raimunda, de irmãos e filhos, de sobrinhos e tios, de exemplos, de alegrias e tristezas. Falamos de sabores de pastéis e quitandas, de frutas do quintal e de viagens. Aliás, minha madrinha vai viajar. Vai realizar um sonho de infância: ir a Paris. Ela, que nunca se esqueceu de dar um presentinho a seus afilhados (mais inveja!), ganhou de uma afilhada uma viagem a Paris.
 
 
Já brincava com ela hoje para se inteirar dos falares breves da sonora língua de Piaf e Aznavour, principalmente do tradicional "Je ne sais pas le français". Mas vale a pena também o "Merci beaucoup", principalmente se tiver a oportunidade de provar os deliciosos pratos da culinária francesa. Embora, sabemos nós, mineiros, principalmente, que nossa culinária é muito mais interessante, mesmo menos famosa.
 
 
Mas dizia eu do prazer em estar com minha irmã Dinha que, muito em breve, se Deus quiser, fixará residência em Caetanópolis... Conversar com ela é uma oportunidade de aprendizado de vida, ao recapitular histórias que só ela, minha irmã mais antiga, tem para contar. Detalhes da vida de meus pais e tios que me fazem orgulhoso de fazer parte de minha família e que me ajudam a entender a minha própria história.
 
 
Meu tempo não é muito, por isso não posso me estender. Espero ter em breve a oportunidade de escrever algumas dessas histórias neste espaço ou no meu Poetopias, especialmente para falar de um garoto quase antigo que mora aqui dentro de mim. Esse garoto ainda vibra e deixa a lágrima escorrer diante da emoção de ser gente, de sentir-se humano diante dessa vida tão atribulada.
 
 
Minha madrinha vai viajar a Paris e realizar um sonho. Vejo-a feliz diante disso e percebo que os sonhos são simplesmente essenciais, com o perdão da aliteração e da assonância, movido pela ânsia de escrever rápido enquanto o tempo passa e devassa o lirismo. Não sei se escrevo agora versos ou se aquilo que já disse representa o quanto quis dizer. Os sonhos são essenciais... E na lembrança desse garoto quase antigo está presente ainda a de um sonho que se repete nas histórias que ouve e conta vida afora.
 
 
Deixo para minha madrinha todo o meu amor e carinho e o pedido de bênção nesse post, ela que tem me abençoado desde que nasci, incorporando verdadeiramente o conceito de madrinha, de pequena mãe, de uma Mãe Dinha. Para ela, flores lindas...
 
 
 

Sobre o Autor:
The EDN

The EDN - sou industriário, trabalho há 27 anos na Cedro (indústria têxtil centenária de Caetanópolis, MG) e atuo como professor há 24 anos em escolas particulares e públicas

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