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Santos Reis

Coisas que aprendemos depois dos 40 anos

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

 

Depois de entrar no seleto grupo dos ENTA, resolvi elaborar a lista abaixo para relatar um pouco da experiência que vivenciei durante esse tempo. Trata-se de questões que, acredito eu, fez parte do imaginário de várias pessoas.

 

Logo-40 anos

 

Coisas que aprendemos depois que fazemos 40 anos:

 

- Nosso projeto de vida nunca será efetivamente cumprido, muitos dos nossos planos ruírão nos deixando um vazio angustiante;

 

- Nossos melhores amigos da época de escola, na maioria das vezes, não seguiram como nossos melhores amigos depois desse período;

 

- Eu não me casei com a pessoa que dei o 1º beijo, conforme eu pensei que seria. Nesse caso eu posso dizer com certeza: ainda bem...;

 

- A menina mais feia da sua turma de ginásio, que era constantemente igonorada, cresceu e virou um mulherão, e hoje nem se lembra que foi sua colega;

 

- Nosso desejo alucinante de fazer 18 anos, foi uma das maiores idiotices que cometemos, pois isso não nos permitiu viver intensamente nossa infância e adolescência;

 

- A pessoas adultas não têm mais liberdade do que ninguém, pois sem querer estão subordinadas a algo que não lhes permitem usufruir na totalidade dessa liberdade;

 

- Não ficamos ricos trabalhando conforme pensávamos, acho que nem exerçemos a profissão que sonhamos;

 

- Nosso desejo obcecado por parecer sempre perfeitos, nos agustiaram, mas não trouxeram resultados efetivos, pois são exatamente os erros cometidos que mais nos ensinaram;

 

- Nossa maior frustração é justamente não ter aproveitado o melhor período da nossa vida, ou seja, quando erámos mais jovens;

 

- Começamos a ter crises de existência por não ter conseguido cumprir aquilo que sonhamos;

 

- Essa idade nos permite ter discernimento suficiente para entendermos algumas coisas, percebemos inclusive que ter apenas desejos não são suficientes, são as ações é que nos direcionam;

 

- Aprendemos a ser mais pacientes com as pessoas, pois começamos a ter consciência que as pessoas também terão que ter mais paciência conosco;

 

- Os carros não voam entre os prédios conforme muitos filmes de ficção previram;

 

- O gadgets (celular, tablets, smartphones, etc) são apetrechos úteis, mas percebemos que éramos mais felizes sem eles;

 

- O tempo parece passar mais rápido, embora o dia continue com as mesmas 24 horas;

 

- Aqueles histórias que ouvíamos dos nossos avós, ou de pessoas mais velhas, de que na época deles as coisas eram assim assado, hoje contamos pros mais jovens com a consciência pesada por não ter ouvido com mais atenção, mas os jovens de hoje também vão nos ignorar;

 

- A maturidade finalmente chegou e com ela a frustração de quê ela seria muito mais útil se tivesse chegado um pouco mais cedo.

 

Sobre o Autor:
José Márcio

José Márcio - Editor Chefe dos Invicioneiros, leitor voraz e aprendiz de escritor.Tem opinião e assume os riscos Saudosista dos anos 80. E palpiteiro inveterado. Me Circule no Google+.

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