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Santos Reis

E a tal Pátria Educadora, onde foi parar?

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Assim que se iniciou o novo governo da atual presidente uma das primeiras providências foi substituir o slogan do Governo, passando da esdrúxula PAÍS RICO É PAÍS SEM POBREZA, para a esperançosa PÁTRIA EDUCADORA. Tal mudança, a primeira vista, poderia significar uma quebra de paradigmas no já conhecido desdém com o que a educação é tratada nesse país.

dilma pronateca

Passados alguns meses tomamos um choque de realidade ao perceber que uma simples frase nunca vai servir de base para uma mudança significativa nesse país, sobretudo se a mesma não vier acompanhada de uma mudança de postura por parte dos que detém o poder nas mãos.

Os cortes recentes, de verbas e programas, por parte do Governo Federal, ferem de morte os já combalidos recursos da educação.

Qualquer pessoa mais ou menos esclarecida sabe que a educação em nosso país nunca foi prioridade, aliás, ela sempre foi tratada com desdém pelos nossos governantes. Sabemos também que todo investimento em educação se reverte em imensurável benefício pra toda sociedade.

É impressionante perceber como um assunto que deveria ser prioridade, sempre é colocado em segundo plano. Cada governante inventa uma desculpa esfarrapada pra fugir desta responsabilidade. Diante desse quadro nossas escolas, cada vez mais, em vez de formar cidadãos, estão formando analfabetos funcionais. Não é difícil perceber o motivo, pessoas esclarecidas são mais difíceis de manipular, enquanto analfabetos funcionais tornam-se apenas massa de manobra, sem poder de discernimento, sem bagagem suficiente pra lutar pela injustiça e pela desigualdade social.

Pros nossos governantes, quanto mais ignorante for o povo, melhor pra eles. Pois suas ações de corrupção podem ser mais intensas e tranquilas, já que ninguém vai se mobilizar contra isso.

Fato é que, enquanto a educação não for tratada como prioridade, nosso país nunca avançará como uma nação desenvolvida. Sinto pena dos profissionais da educação, que são cada vez menos valorizados, pois falta investimento na estrutura, no material didático e principalmente no profissional, sobra boa vontade, mas falta o básico na infraestrutura.

Alguns já no desespero de clamar por ajuda são sumariamente demitidos por expor a situação na mídia (link abaixo), ou seja, em vez de buscar soluções, alguns governantes preferem o lado da injustiça e da covardia, que é mandar embora quem reclama por melhores condições de trabalho. Aliás, essa professora não está querendo nada demais, apenas que se cumpra o que preceitua nossa Constituição Federal. Por mais que sejam corriqueiros esses lamentáveis fatos, ainda fico impressionado com o caradurismo das explicações. Acho que nenhum brasileiro merecia passar essa vergonha.

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Sobre o Autor:
José Márcio
José Márcio - Editor Chefe dos Invicioneiros, leitor voraz e aprendiz de escritor.Tem opinião e assume os riscos Saudosista dos anos 80. E palpiteiro inveterado. Me Circule no Google+.
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